Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

National Book Awards/ Literatura Juvenil


Judy Blundell tem escrito livros para a idade escolar intermédia, para jovens adultos e para adultos, sob vários pseudónimos. Sob o nome Jude Watson, é autora de diversos best-sellers do New York Times, séries e romances premiados. O seu romance, Premonitions, foi escolhido pela New York Public Library como um dos melhores livros juvenis de 2004. Entre os seus projectos posteriores está o Livro 4 da série The 39 Clues.

What I Saw and How I Lied. Quando o pai de Evie regressou da II Guerra Mundial, a família voltou bastante depressa à vida habitual. Mas Joe Spooner trouxe com ele mais do que boas histórias da guerra. Quando aparece o galã do cinema Peter Coleridge, um jovem antigo GI que servira na companhia de Joe na Áustria do pós-guerra, Evie é subitamente enredado no complicada teia de mentiras que só ela, lentamente, reconhece. Ela percebe que tem um fraquinho por Peter, ignorando os segredos que o rodeiam… até que ocorre uma tragédia que destrói a sua família e divide a sua vida ao meio. À media que começa a perceber que quase tudo em que acreditara é mentira, Evie é obrigada a enfrentar as suas ilusões e a escolher entre a lealdade aos seus pais e os seus sentimentos pelo homem que ama. Alguém vai ser traído. A questão é… quem?
 
publicado por annualia às 15:37
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National Book Awards/ Não Ficção


Annette Gordon-Reed é professora da New York Law School e professora de História na Rutgers University. É autora de Thomas Jefferson and Sally Hemings: An American Controversy, organizadora de Race On Trial: Law and Justice in American History, e co-autora, com Vernon Jordan, de Vernon Can Read: A Memoir. Gordon-Reed formou-se no Dartmouth College e na Harvard Law School.

Este romance épico conta a história dos Hemingses, cujo sangue se liga ao terceiro presidente dos EUA, e que tem sido sistematicamente expurgada da história americana. A historiadora e professora de direito, Annette Gordon-Reed, acompanha a família Hemings desde a sua origem setecentista, na Virgínia, até à dispersão dos seus membros depois da morte de Jefferson, em 1826. The Hemingses of Monticello traça a saga da família tendo como cenário de fundo a Revolução americana, Paris nas vésperas da sua própria revolução, a Filadélfia dos anos 1790, e a vida na plantação de Monticello.

 
publicado por annualia às 15:21
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National Book Awards/ Poesia

 
 
Os sete livros de poesia e os quatro livros de não ficção publicados por Mark Doty foram distinguidos com o National Book Critics Circle Award, o PEN/Martha Albrand Award for First Nonfiction, o Los Angeles Times Book Prize, o Whiting Writers Award, o Lila Wallace-Reader’s Digest Writer’s Award e, no Reino Unido, o Prémio T.S. Eliot. Mark Doty foi bolseiro da Fundação Guggenheim, do National Endowment for the Arts, da Fundação Ingram Merrill, and the Dorothy e do Lewis B. Cullman Center for Scholars and Writers da New York Public Library. É professor na Universidade de Houston.


Fire to Fire colige os melhores poemas dos seus sete livros anteriores, acrescentando-lhes novos textos. Os temas de Doty – a nossa condição mortal, a beleza evanescente do mundo, o poder transformador do desejo e a capacidade da arte de dar forma a vidas humanas – ecoam e desenvolvem-se ao longo de vinte anos de poesia. A marca do seu estilo abrange a linguagem comum e a linguagem poeticamente burilada; neste livro uma das vozes mais louvadas da poesia americana contemporânea, fala das crises e possibilidades do nosso tempo.



Mais sobre Mark Doty: http://www.markdoty.org/

Blog de Mark Doty: http://www.markdoty.blogspot.com/
 

publicado por annualia às 14:54
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National Book Awards/ Ficção

 

Peter Matthiessen (n. Nova Iorque, 1927) formou-se na Yale University, em 1950, altura em que iniciou o seu percurso de escritor. Fundador, em 1951, da The Paris Review, é autor de vários livros de ficção e ensaio, incluindo The Snow Leopard (também distinguido com o The National Book Award) e At Play in the Fields of the Lord (também nomeado para o mesmo prémio). Paralelamente, tem desenvolvido actividades como naturalista e como activista no campo do ambientalismo. É membro da Academia Americana de Artes e Letras, desde 1974.

Inspirado num acontecimento quase mítico ocorrido na fronteira da Florida selvagem, no virar do século xx, Shadow Country reescreve a lenda do plantador de açúcar das Everglades e notório fora-da-lei, E. J. Watson, que cava inexoravelmente a sua própria sepultura. Shadow Country atravessa estranhas paisagens e zonas interiores habitadas por Americanos de diversas cores e proveniências, incluindo negros e índios herdeiros de um racismo arcaico que, como observa a mulher de Watson, «ainda projecta a sua sombra sobre a nação».

 

publicado por annualia às 14:30
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