Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Christian Poveda (1955-2009)

 Christian Poveda. | Afp

Fotógrafo e cineasta francês de ascendência espanhola (França, 1955- El Salvador, 2009), cuja carreira como fotojornalista se iniciou com uma reportagem sobre a Frente Polisário, tendo sido correspondente de vários jornais e outros meios de comunicação durante a guerra civil salvadorenha, entre 1980 e 1992. Poveda realizara um documentário (estreado em 2008 no festival de San Sebastián), intitulado La Vida Loca, sobre a vida das «maras», bandos de jovens criminosos e traficantes. O filme de Poveda centrara-se em particular numa delas, «La Dieciocho», que se pensa estar directamente envolvido no seu assassínio. As maras nasceram nos bairros hispânicos de Los Angeles e estenderam-se depois a várias regiões da América Central, sendo alguns dos seus membros antigos prisioneiros nos EUA. Poveda dirigiu em 1999 (com Nick Fraser) o documentário Journey to the Far Right e, em 2005, com Jean-Marc Barbieux, o filme para televisão Strip de Velours. Em 2004 fotografara Mathilde au matin, de Maria de Medeiros.

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Prémio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais/ David Attenborough

Sir-David-Attenborough.jpg Sir David Attenborough image by homoproteus
David Attenborough (n. Londres, 1926) formou-se em Ciências Naturais na Universidade de Cambridge (1947) e começou a trabalhar na BBC em 1952, colocando esta estação na vanguarda da produção de documentários.
Em 1954 iniciou a emissão da série Zoo Quest, ao seviço da qual viajou durante dez anos por terras remotas. En 1965 ocupou pela primeira vez um cargo directivo na BBC 2 e foi responsável pela chegada da televisão a cores ao Reino Unido. Em 1969 foi nomeado director de programas, cargo em que permaneceu durante varios anños. Hoje, é presidente da Real Sociedade para a Conservação da Natureza, membro da Royal Society de Londres e do conselhoo de administração do Museu Britânico e do Real Jardim Botânico de Kew.
Retomou o seu trabalho de realizador em 1973 e criou uma vintena de programas de divulgação daa natureza como Eastwards with Attenborough ou The Ribal Eye. Em 1979 escreveu, dirigiu e apresentou aquela foi então considerada a série mais ambiciosa produzida na BBC, Life on Earth. Mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo viram esta série, um marco da divulgação científica. Outras séries se seguiram como The living planet (1984), The trials of life (1990), Life in the freezer (1993), The Private Life of Plants (1995), The Life of Birds (1998), State of the Planet (2000), The Blue Planet (2001), The Life of Mammals (2002), Life in the Undergrowth (2005), Planet Earth (2006) e Life in cold blood (2008).
Para além da sua filmografia, é preciso destacar a sua produção bibliográfica, traduzida em títulos como Zoo Quest to Guyana (1956), Quest in Paradise (1960), The Tribal Eye (1976), Life on Earth (1979), The Living Planet (1984), The First Eden (1987), The Trials of Life (1990), The Private Life of Plants (1994), The Life of Mammals (2002) e Life in the Undergrowth (2005). Life on Air (2005) é um relato autobiográfico que abrange toda a sua carreira profissional.
É colaborador, desde a sua criação em 1989, e seu patrono desde 2003, do World Land Trust, uma sociedade de conservação da natureza que compra terras e áreas de selvas tropicais como forma de contribuir para a conservação dos animais que viven nelas. O World Land Trust já ajudou a adquirir e a proteger mais de 1214 km2 de habitats ricos em fauna e flora no Belize, Costa Rica, Filipinas, América do Sul e no Reino Unido.
Foi nomeado em 1985 Cavaleiro do Império Británico pela Rainha Isabel II de Inglaterra, a qual, em 2005, o distinguiu com a Ordem de Mérito. Doctor honoris causa por várias universidades, recebeu a Medalha de Prata da Real Sociedade de Televisão e da Sociedade Zoológica de Londres, para além da Medalha de Ouro da Academia de Ciências Naturais de Filadélfia e a dos fundadores da Real Sociedade de Geografia (Reino Unido). Além destas distinções, possui a Medalha da Real Sociedade Geográfica Escocesa e da Real Sociedade de Artes (EUA). Recebeu também o Prémio Kalinga da UNESCO (1981), o Emmy International Award (1985), o Golden Kamera Award (Alemanha, 1993), o prémio Michael Faraday da Royal Society de Londres (2003) e, um ano depois, o primeiro Prémio Descartes de Comunicação Científica da Comissão Europeia. Em 2007, foi-lhe concedida a Medalha do Instituto de Ecologia e Gestão Ambiental do Reino Unido e, posteriormente, recebeu títulos honorários das universidades britânicas de Aberdeen, Exeter e da Kingston University, de Londres.
publicado por annualia às 16:26
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