Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Ler é um prazer. Ver também.

[Castro.JPG]

Verbo Clássicos: descubra o esplendor das novas capas aqui.


 

publicado por annualia às 10:31
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Clássicos na Feira do Livro do Porto

 


 

 

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publicado por annualia às 13:12
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Antologias na série Verbo Clássicos

 

 

 

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publicado por annualia às 00:33
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

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publicado por annualia às 13:26
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Antologias na série Verbo Clássicos

Antologias já publicadas na colecção 

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Mais um desafio

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Desafio

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Verbo Clássicos: booktrailer 2

 

 

 

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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Colectâneas de contos na colecção Verbo Clássicos


 

publicado por annualia às 11:55
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Verbo Clássicos: mais cinco títulos

   

 

 

 

 

 

 

 
       na Feira do Livro de Lisboa

publicado por annualia às 16:06
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Verbo Clássicos: novos desafios


Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.
Com dor da gente fugia,
Antes que esta assi crecesse:
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meo espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho imigo de mim?

 

 

 

 

 

 

Senhora, partem tão tristes
Meus olhos, por vós, meu bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém.

Tão tristes, tão saudosos,
Tão doentes da partida,
Tão cansados, tão chorosos,
Da morte mais desejosos
Cem mil vezes que da vida.
Partem tão tristes os tristes,
Tão fora de esperar bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém.

 

 

 

  


Insónia roxa. A luz a virgular-se em medo,
Luz morta de luar, mais Alma do que lua...
Ela dança, ela range. A carne, álcool de nua,
Alastra-se para mim num espasmo de segredo...

 

 

 

 

 

 






 

 

 

 

Oh retrato da morte, oh noite amiga
Por cuja escuridão suspiro há tanto!
Calada testemunha do meu pranto,
Dos meus desgostos secretária antiga!














 

Há-de tomar o pregador uma só matéria, há-de defini-la para que se conheça, há-de dividi-la para que se distinga, há-de prová-la com a Escritura, há-de declará-la com a razão, há-de confirmá-la com o exemplo, há-de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão-de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar; há-de responder às dúvidas, há-de satisfazer às dificuldades, há-de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disto há-de colher, há-de apertar, há-de concluir, há-de persuadir, há-de acabar.

 

 

 

 

publicado por annualia às 10:00
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Verbo Clássicos: Os Maias


Eça de Queirós


«(…) O romance, o conto, a crónica, a hagiografia, a narrativa de viagens, a polémica e o ensaio foram os principais géneros cultivados por um escritor que contribuiu decisivamente para mudar o panorama literário português, na segunda metade do século xix.
(…) Os Maias, sendo aquilo a que é usual chamar-se um "romance-fresco", ilustram, em registo ficcional, os movimentos e contradições de uma sociedade historicamente bem caracterizada. A política, a vida financeira, a literatura, o jornalismo, a diplomacia e a administração pública representam-se em jantares, saraus, serões e corridas de cavalos; assim se configura uma vasta crónica social (…).
Enquanto cultor do romance, Eça de Queirós constitui decerto, na literatura portuguesa, um caso absolutamente invulgar de agilidade técnica e de capacidade de ajustamento de uma linguagem – a lingugem do romance – a temas e a motivos que dela careciam.»

Carlos Reis em Biblos-Enciclopédia Verbo das Literaturas
de Língua Portuguesa
 


OPINIÃO: Dizem alguns autores que a nossa ideia do século XIX vem de Eça, e que é uma ideia errada. Isto, porque o escritor não refere (por exemplo em Os Maias) os progressos que iam alterando a sociedade de então.
Julgo, no entanto, que o feito verdadeiramente notável de Eça, nesse plano, foi ter encontrado a justa encarnação romanesca de figuras que atravessaram, incólumes, Lisboa, o Chiado e os séculos. Elas (e as suas frases, os seus tiques, os seus lugares, as suas pequeninas circunstâncias) eram o cerne lisboeta do século XIX português, de tal modo que continuaram a sê-lo, mais progresso menos progresso, pelo século XX dentro. E continuam, hoje, vivas e de saúde.
Jorge Colaço

 

publicado por annualia às 09:05
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