Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Prémio póstumo para José Afonso

O prémio Memorial LiberPress é atribuído desde o ano passado pela Asociacion LiberPress, com sede em Girona, Espanha, distinguindo a título póstumo uma personalidade que tenha lutado pela dignidade e os direitos humanos, e cujo percurso de vida possa servir de exemplo à sociedade. Ver notícia no Público.

 

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Michael Jackson (1958-2009)


Ver notícia no
Público.

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

José Calvário (1951-2009)

O maestro e compositor José Calvário morreu, aos 58 anos, em Oeiras. Ver notícia do Público.

 

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Stravinsky nasceu há 127 anos

  
Compositor russo, sucessivamente naturalizado francês e americano (Oranienbaum, 17.6.1882 - Nova Iorque, 6.4.1971). Estudou música com Rimski-Korsakov e, em 1910, compôs, para Diaghilev, três bailados que o notabilizaram imediatamente: O Pássaro de Fogo (1910), Petruchka (1911)e a Sagração da Primavera (1913), uma obra em que o ritmo parece procurar os seus limites com uma força elementar. Antes da I Guerra Mundial deixou definitivamente a Rússia. Fixou-se em Paris (tendo vivido na Suíça durante a guerra) e, em 1934, de novo nesta capital, adquiriu a nacionalidade francesa. Em 1939 instalou-se nos EUA e em 1945 naturalizou-se americano. Procurou dar à sua música uma expressão geral e objectiva conforme era seu propósito («a composição musical é a disposição de um número determinado de sons na correlação determinada dos intervalos»). A sua primeira composição electrónica, Pastoral, data de 1959. A sua obra, abundante e multifacetada, caracteriza-se, sobretudo, pela inspiração básica e pela precisão matemática, mas também pela comovente força de expressão que a anima, características que o tornam uma das personagens mais fascinantes e universais da vida musical do século xx.


Algumas composições:

Pulcinella (bailado, 1919)
Concerto Dumbarton Oaks (1938)
Symphony in Three Movements (1945)
Missa (1948)
The Rake’s Progress (ópera, 1951)
Septeto (1953)
Agon (bailado, 1957)
Threni (oratória, 1958)
Movimentos para Piano e Orquestra (1958-1959)
As Núpcias (para solistas, coro, quatro pianos e percussão, 1923)
Rei Édipo (ópera-oratória, 1927)
Apolon Musagète (bailado, 1928)
Sinfonia dos Salmos (para coro e orquestra, 1930 e1948)
Concerto Ebony (para orquestra de jazz, 1945)
In Memoriam Dylan Thomas (tenor, quarteto de cordas e quatro trombones, 1954)Canticum Sacrum (para solistas, coro e orquestra, 1956)


Stravinsky a dirigir Pássaro de Fogo: aqui.

publicado por annualia às 15:13
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Joseph Haydn morreu há 200 anos

Joseph Haydn (Rohrau, 31.3.1732 -Viena, 31.5.1809) foi um dos mestres do classicismo vienense, mestre de Mozart e Beethoven. Estudou Violino em Viena, e, mais tarde, deu lições e ocupou diversos cargos de violinista e organista, antes de entrar ao serviço dos mecenas, como era costume na época. Em Inglaterra escreveu e dirigiu as Sinfonias Londrinas. Expoentes máximos da sua obra são duas magníficas oratórias de inspiração haendeliana, A Criação e As Estações. A sua obra deve ser considerada sob dois aspectos: a contribuição pessoal que deu à história da música e a sua própria evolução artística. Passou muitos anos entre cortes, para quem a música era um passatempo requintado, e os seus primeiros Divertimenti obedecem ao gosto da época, com colorações barrocas. Mas depressa a imaginação criadora e o sentido da técnica se aliaram ao temperamento clássico que possuía: limitando para quatro o número de instrumentos de cordas, é considerado o pai do quarteto propriamente dito, que enriqueceu tematicamente, dando-lhe, assim, o seu máximo vigor. O mesmo fez com a sinfonia, que reestruturou em quatro movimentos (allegro, andante, minuete com trio, allegro ou presto), de orquestração e temas perfeitamente interligados, fixando, deste modo, os géneros que os românticos irão depois conservar e desenvolver. A sua própria evolução manifestou-se ao longo das 104 sinfonias que compôs. Compôs ainda concertos (para cravo, violino e violoncelo), trios, sonatas, missas e motetes.

 

VER TAMBÉM AQUI.

 

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Sábado, 30 de Maio de 2009

Centenário de Benny Goodman

 Benny Goodman (30.5.1909 – 13.6.1986)

 Veja a página oficial e ouça o som do grande clarinetista do jazz.

publicado por annualia às 12:33
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Rafael Escalona (1927-2009)

 

Compositor e cantor colombiano (Patillal, 27.5.1927 - Bogotá, 13.5.2009) que se tornou um ícone do vallenato, um género de música popular de origem rural, cujas raízes se entrelaçam na tradição trovadoresca e jogralesca ibérica e na sua fusão com ritmos e instrumentos típicos da África Ocidental e outros autóctones. Os instrumentos do vallenato (o designação indica a sua origem num vale) indicam, aliás, essa mistura: um tipo de tambor (caja vallenata), a guachacara (instrumento de percussão que se toca friccionando um raspador num tubo de madeira) e o acordeão. A este leque instrumental foi, por vezes, adicionado um certo número de outros instrumentos, como a viola ou o piano, existindo hoje uma variedade de registos desta música tradicional. A vida de Rafael Escalona, já uma lenda, foi tema de uma telenovela que foi para o ar em 1992, na Colômbia, e que constituiu um marco na carreira de Carlos Vives, que desempenhou o papel do cantor/compositor. Amigo de Gabriel García Márquez, tem-se referido que o pai de Escalona terá servido de modelo a Aureliano Buendía, personagem de Cem Anos de Solidão. A música de Rafael Escalona é também referida naquela obra.
publicado por annualia às 00:50
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

Os 70 anos da Blue Note


«O “slogan” da empresa não engana: "The Finest in Jazz Since 1939". Os mais populares intérpretes foram gravando, ao longo das décadas, sob o selo da companhia: os saxofonistas Sonny Rollins, Dexter Gordon, Lee Morgan, Eric Dolphy e Ornette Coleman; os pianistas Thelonious Monk, Bud Powell, Horace Silver e Herbie Hancock; os trompetistas Fats Navarro, Miles Davis, Donald Byrd, Kenny Dorham e Freddie Hubbard; os guitarristas Kenny Burrell e Grant Green; o contrabaixista Ron Carter... A lista de talentos é quase infinita. O clarinetista Sidney Bechet e o pianista Earl Hines figuraram entre as primeiras assinaturas da marca...» (leia todo o texto no Público).

Visite a Blue Note.

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Terça-feira, 31 de Março de 2009

Maurice Jarre (1924-2009)

Maurice Jarre (b.1924)

Compositor francês (Lyon, 13.9.1924 – Los Angeles, 29.3.2009) que foi aluno de composição de Arthur Honegger. Foi director do Théâtre National Populaire. Galardoado com o Prémio Itália em 1955 e 1962. Destacou-se, porém, sobretudo como compositor de música de filmes: Lawrence da Arábia (1963), Doutor Jivago (1965), A Filha de Ryan (1970) e Passagem para a Índia (1984), todos de David Lean, apenas exemplos de um currículo impressionante de mais de centena e meia de filmes- Compôs também música sinfónica, música de palco — a ópera Armida (1954), o «ballet» Fâcheuse rencontre (1958), a comédia musical Loin de Rueil (1961), o ballet Notre Dame de Paris (1966) — e outra música para o teatro e espectáculos radiofónicos e séries de televisão. Objecto de numerosas nomeações, foi distinguido com o Óscar da Melhor Banda Sonora Original pelos primeiro, segundo e quarto filmes referidos. Em 2009, recebeu um Leão de Ouro Honorário no Festival Internacional de Cinema de Berlim.

 

 

publicado por annualia às 11:49
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Novo programa de Sérgio Azevedo na Antena 2

Caleidoscópio RDP Antena 2
Autor e locutor: Sérgio Azevedo

Sábados às 9:00 horas,
a partir de 4 de Abril










VARIAÇÕES ENIGMA

Descubra alguns compositores mal amados, inclassificáveis, ambíguos, incompreendidos, malditos, marginais, desconhecidos, azarados ou proscritos.

Variação 1. "Um lobo disfarçado de cordeiro"
Variação 2. "Velhos são os trapos"
Variação 3. "Música, música, negócios à parte"
Variação 4. "Quem o feio ama bonito lhe parece"
Variação 5. "Morrem cedo aqueles que os Deuses amam"
Variação 6. "Uma carreira em forma de yo-yo"
Variação 7. "Um bota-de-elástico revolucionário"
Variação 8. "A 1ª agulha a apontar o Norte"
Variação 9. "A força do amor"
Variação 10. "The (not so) bad boy of music"
Variação 11. "O Prokofiev dos Pobres"
Variação 12. "Uma história de faca e alguidar"
Variação 13. "88 teclas e tão poucos dedos…"

 


Mais sobre Sérgio Azevedo aqui.

 

 
 

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Henri Pousseur (1929-2009)

 

Compositor belga (Malmédy, 1929 – Bruxelas, 6.3.2009) que fez os seus estudos musicais superiores nos Conservatórios de Liège e Bruxelas, entre 1947 e 1953, enveredando pelo serialismo, nomeadamente pelo dodecafonismo mais ortodoxo, filiação que viria mais tarde a diluir, mercê de uma personalização maior da sua música, bem como da sua actividade de investigador. Em Bruxelas, fundou a associação «Musiques Nouvelles» e o agrupamento com o mesmo nome. Depois de Scambi (1957), uma peça determinante na história da «obra aberta», na medida em que possibilitava aos espectadores a audição de versões diferentes através da alteração da ordem das sequências, fundou o Studio de Musique électronique de Bruxelles (1958), frequentando instituições congéneres em Milão e Colónia, na tentativa de conciliar as possibilidades da música electrónica com a sua preocupação em produzir uma música viva que, simultaneamente, concedesse liberdade de acção ao intérprete. Escreveu com Michel Butor a obra Votre Faust, que permitiria a intervenção do acaso (música aleatória) através da participação dos espectadores. Leccionou em Darmstadt, Basileia, Colónia, Buffalo e Liège, de cujo Conservatório foi nomeado em 1975. Na Universidade de Liège criou o Centre de Recherches musicales de Wallonie. Organizou, em 1971, Midi-Minuit (Palácio de Congressos de Liège), cuja repercussão internacional continuaria em obras como Le temps des cerises e Jardin d'espoir wallon (1973). Henri Pousseur foi então escolhido pelo governo francês para supervisionar a reforma dos estudos musicais em França, contribuindo para o lançamento do Instituto de Pedagogia Musical, primeiro elemento da Cité de la Musique, em La Vilette, Paris.
Catálogo
Discografia

Bibliografia

 


 

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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Händel e Haydn em 2009

 

«Sintetizar, esgotar e encerrar o Barroco, como Händel, definir e estruturar o Classicismo, dos seus primeiros estádios à maturidade, como Haydn, são passos de gigante reveladores de um salto estético que nos surpreende quando pensamos no mero meio século que separa as datas de morte de ambos os compositores».

Rui Vieira Nery, «Händel e Haydn em 2009: um ano feliz», em ANNUALIA 2008-2009.



 

publicado por annualia às 13:04
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