Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

DIA MUNDIAL DO LIVRO


 

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Dicionário Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ em destaque

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

O Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura faz um merecido destaque, no seu site da internet, ao Dicionário Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ, aí reproduzindo o Prólogo à Edição Portuguesa desta obra inovadora e, também, o respectivo vídeo de apresentação. Aqui.

 

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Meninos de Ninguém

http://meninosdeninguem.wordpress.com/

 


APRESENTAÇÕES

Porto


Braga


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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Verbo Clássicos

 

Tudo sobre a colecção Verbo Clássicos

Verbo Clássicos

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publicado por annualia às 16:50
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Fernand Verhesen (1913-2009)

Fernand Verhesen / Photo © Nicole Hellyn

Poeta e tradutor belga (Bruxelas, 3.5.1913 – 20.4.2009). Formado em Românicas, esteve em Espanha (1934-1935), onde descobriu os manuscritos de dez Autos Sacramentais de Calderón de la Vega, poeta que traduz, entre muitos outros de língua espanhola (Carrera Andrade, Huidobro, Alonso, Juarroz , Diaz-Casanueva, Pizarnik, Silva Estrada, del Cabral, Gonzalez de León, Vallejo, Tenca, Porchia, Cross), que também antologiou e editou. Fundador, em 1939, dos Cahiers Nouveaux de France et de Belgique, e, dez anos depois, da editora Le Cormier. Em 1954 criou o Centre International d'Études Poétiques e a publicação que lhe esteve associada, além de uma Biblioteca Internacional de Poesia, que, extinto o centro em 1990, está hoje na Biblioteca Real Alberto I. Fernand Verhesen sucedeu, em 1973, a Paul-Henri Spaak na Academia da Língua. Foi distinguido com o Prémio Émile Bernheim (1996) e o Prémio Albert Mockel (1998).
Algumas obras: Fontaine aux mensonges (poesia, 1939), Passage de la terre (poesia, 1940), Le Temps caché, (poesia, 1940), Le jour naturel (poesia, 1947), Voir la nuit (poesia, 1947), Les Clartés mitoyennes (poesia, 1978), L'Archée (poesia, 1981), Secrète assonance (poesia, 1990), Lieu d'être (poesia, 1991), Propositions (ensaio, 1994), L'Instant sans appel (poesia, 1996), Nulle part, ici (poesia, 2001), À la lisière des mots (ensaio, 2003).

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Biblioteca Digital Mundial (em português)


 

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

J. G. Ballard (1930-2009)

 

James Graham Ballard, escritor britânico (Xangai, 15.11.1930 - 19.4.2009) que não precisaria da adaptação cinematográfica dos seus romances Crash (David Cronenberg) e Empire of the Sun (Steven Spielberg) para conquistar um círculo de fiéis admiradores, embora esses filmes tenham contribuído para a sua celebridade internacional. Em muitos dos seus livros, por vezes polémicos, a violência, o sexo, a tecnologia ou as catástrofes, surgem como factores - numa espécie de cartografia de esperanças e terrores do século xx -, que arrastam a vida das pessoas para fora do seu curso normal e a alteram drasticamente.

Algumas obras: The Wind from Nowhere (1961), The Drowned World (1962), The Burning World (ou The Drought, 1964), The Crystal World (1966), The Atrocity Exhibition (contos, 1970), Vermilion Sands (contos, 1971), Crash (1973), Concrete Island (1974), High-Rise (1975), The Unlimited Dream Company (1979), Hello America (1981), Empire of the Sun (1984), A User’s Guide to the Millennium (não ficção, 1996), The Day of Creation (1987), Running Wild (1988), The Kindness of Women (1991), Rushing to Paradise (1994), Cocaine Nights (1996), Super-Cannes (2000), J.G. Ballard: The Complete Short Stories (2001), Millennium People (2003), Kingdom Come (2006), Miracles of Life (não ficção, 2008).


Porta para o universo ballardiano aqui.

 

publicado por annualia às 10:42
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Verbo Clássicos: novos desafios


Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.
Com dor da gente fugia,
Antes que esta assi crecesse:
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meo espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho imigo de mim?

 

 

 

 

 

 

Senhora, partem tão tristes
Meus olhos, por vós, meu bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém.

Tão tristes, tão saudosos,
Tão doentes da partida,
Tão cansados, tão chorosos,
Da morte mais desejosos
Cem mil vezes que da vida.
Partem tão tristes os tristes,
Tão fora de esperar bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém.

 

 

 

  


Insónia roxa. A luz a virgular-se em medo,
Luz morta de luar, mais Alma do que lua...
Ela dança, ela range. A carne, álcool de nua,
Alastra-se para mim num espasmo de segredo...

 

 

 

 

 

 






 

 

 

 

Oh retrato da morte, oh noite amiga
Por cuja escuridão suspiro há tanto!
Calada testemunha do meu pranto,
Dos meus desgostos secretária antiga!














 

Há-de tomar o pregador uma só matéria, há-de defini-la para que se conheça, há-de dividi-la para que se distinga, há-de prová-la com a Escritura, há-de declará-la com a razão, há-de confirmá-la com o exemplo, há-de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão-de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar; há-de responder às dúvidas, há-de satisfazer às dificuldades, há-de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disto há-de colher, há-de apertar, há-de concluir, há-de persuadir, há-de acabar.

 

 

 

 

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Em Paris: Henri Cartier-Bresson à vue d'œil

Clicar para ir para o site da Maison Européene de la Photographie

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Maurice Druon (1918-2009)

Escritor francês (Paris, 23.4.1918 – ibid., 14.4.2009), em cuja ascendência se contam o poeta Charles Cros e o romancista Joseph Kessel, com quem compôs, em 1943, o célebre Chant des Partisans. Saíu de França em 1942 (passando por Espanha e Portugal) para se juntar à resistência em Londres. Foi ajudante-de-campo do general d’Astier de La Vigerie, ocupando outros cargos e desempenhando missões diversas até ao final da guerra. Consagrado à carreira literária, recebeu o Prémio Goncourt (1948) pelo romance Les Grandes Familles, a primeira de numerosas distinções literárias e não literárias, como a Grã-Cruz da Legião de Honra. Em 1966 foi eleito para a Academia Francesa (ocupando a cadeira de Georges Duhamel), da qual era actualmente Secretário Perpétuo honorário.
Algumas obras: Lettres d’un Européen (ensaio, 1944), La Dernière Brigade (romance, 1946), Les Grandes Familles (romance, 1948), La Chute des corps/ Les Grandes Familles II (romance, 1950), Rendez-vous aux enfers/ Les Grandes Familles III (romance, 1951), Remarques (1952), Un voyageur (comédia em um acto, 1952), Le Coup de grâce (melodrama em três actos, com J. Kessel, 1953), La Reine étranglée/ Les Rois maudits II (romance, 1955), Le Roi de fer/ Les Rois maudits I (romance, 1955), Les Poisons de la couronne/ Les Rois maudits III (romance, 1956), La Loi des mâles/ Les Rois maudits IV (romance, 1957), Alexandre le Grand (romance, 1958), La Louve de France/ Les Rois maudits V (romance, 1959), Le Lis et le Lion/ Les Rois maudits, VI (romance, 1960), Théâtre (1963), Les Mémoires de Zeus (romance mitológico, 1963), Bernard Buffet (ensaio, 1964), Paris, de César à Saint Louis (ensaio, 1964), Le Pouvoir (notas e máximas. 1965), Le Bonheur des uns (novelas, 1967), L’Avenir en désarroi (ensaio, 1968), Lettres d’un Européen et Nouvelles Lettres d’un Européen, 1943-1970 (ensaio, 1970), La Parole et le Pouvoir (1974), Œuvres complètes, 25 volumes (1977), Quand un Roi perd la France/ Les Rois maudits VII (romance, 1977), Réformer la démocratie (1982), La Culture et l’État (1985), Lettre aux Français sur leur langue et leur âme (1994), Circonstances (1997, 1998 e 1999), La France aux ordres d’un cadavre (2000), Ordonnances pour un État malade (2002), Mémoires. L'aurore vient du fond du ciel (2006).

 

publicado por annualia às 15:18
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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Kevin Kelly: participar do crescimento de um livro

  The Technium

Pouco tive de meu durante a maior parte da minha vida. Até aos 30 fui um vagabundo. Vagueei por territórios remotos da Ásia de ténis baratos e jeans ruços. As cidades que melhor conheci transbordavam de uma riqueza medieval; as terras verdejavam de cuidados agrícolas. Tudo o que as minhas mãos tocavam, nessa época, era quase seguramente feito de madeira, corda ou pedra. Comi com as mãos, caminhei por vales e montanhas, e dormi não importava onde. Levava comigo muito pouco dinheiro e ainda menos objectos. As minhas posses resumiam-se a um saco-cama e algumas máquina fotográficas.
Um ano após ter regressado da Ásia comprei uma bicicleta barata, pedi uns sacos emprestados, e pedalei através do continente americano, de oeste para leste. Abandonei tudo o que era material para chegar à costa leste absolutamente sem nada, a não ser a bicicleta. O momento mais esperado dessa viagem era a travessia dos campos cultivados pelos Amish, na parte ocidental da Pensilvânia. Respeito os Amish pelo critério selectivo com que escolhem o que possuem. Sentia que a minha vida, liberta de caprichos tecnológicos, emparelhava com a deles. Tencionava reduzir ao mínimo a tecnologia na minha vida.
Alguns anos mais tarde, cheguei à Califórnia e, aos 32 anos, arranjei finalmente um carro. Um amigo emprestou-me um computador (um dos primeiros Apple II com modem) para automatizar o meu ainda titubeante negócio caseiro, e, em breve, dei por mim imerso numa fronteira de vida on line. Editei a primeira publicação de consumidores que fez crítica de software para PC. Vi-me, então, envolvido no arranque do primeiro portal público online na então emergente internet. Em 1992, ajudei a iniciar e editar a revista Wired – a trombeta oficial da cultura digital. Desde então tenho pairado na crista de tudo o que adopta a tecnologia. Os meus amigos são agora gente que inventa supercomputadores, medicamentos de natureza genética, motores de busca, nanotecnologia, comunicações por fibra óptica, e tudo o que é novo. Abracei em absoluto o poder transformador da tecnologia.
Ainda assim, a nossa família de cinco pessoas ainda não tem televisão. Não tenho pager, nem PDA, nem telemóvel com câmara fotográfica. Não viajo com um portátil e sou frequentemente o último da vizinhança a ter o mais recente gadget da moda. Encontro força espiritual no facto de manter a tecnologia a uma relativa distância.
Ao mesmo tempo, mantenho diariamente um sítio da internet, chamado Cool Tools, onde passo em revista uma vasta e muito seleccionada gama de tecnologia de consumo. Uma torrente de artefactos engenhosos passa pelo meu estúdio; um bom número deles nunca mais sai. Apesar da minha distância, continuo deliberadamente a colocar-me numa posição que mantenha ao meu alcance opções tecnológicas.
Esta óbvias contradições obrigaram-me a investigar a minha relação paradoxal com a tecnologia. Passei o último ano e meio a estudar a história da tecnologia, os argumentos dos críticos da tecnologia, projecções relativas ao seu futuro, e a porção minúscula de filosofia técnica que tem sido publicada, tudo com o objectivo de responder a uma questão simples. Como devo encarar a nova tecnologia à medida que ela surge?
É uma pergunta que está no coração de muitas outras que nos deixam perplexos hoje em dia. Não sou o único a ficar perplexo sobre a verdadeira natureza da presença crescente da tecnologia na nossa cultura. A melhor maneira que conheço de pensar nas coisas é escrever sobre elas e, então, para me obrigar a ir além do óbvio, estou a escrever um livro sobre o significado da tecnologia.
À medida que escrevo, publicarei posts. O objectivo deste sítio é transformar os meus posts numa conversa. Irei publicando os meus meio-pensamentos, meio-argumentos, rascunhos e respostas a outros posts como um modo de descobrir o que realmente penso.
Até agora, nesta viagem de 18 meses, mudei de ideias por diversas vezes, e espero ainda mudar de ideias de novo à medida que me surjam novas perspectivas. Mas, para ser honesto, preciso de tornar claras as bases do meu pensamento.
Estou agora na casa dos 50. Ainda viajo bastante e tenho visto ainda mais a população crescente do mundo e alguns dos seus territórios que permanecem selvagens. Visitei muitos países, tanto ricos como em desenvolvimento. Tenho lido bastante história – antiga, esotérica, económica e a recente. Com base no que tenho visto e lido, creio que existe progresso, se virmos as coisas numa larga escala. Em segundo lugar, tenho a sensação de que, no geral, a tecnologia é uma coisa boa. Em terceiro lugar, e mais importante do que tudo, tenho uma firme fé em Deus, que subjaz à minha perspectiva pessoal e que, por certo, se tornará evidente no enquadramento das minhas questões.
Estes não são, hoje em dia, os preconceitos da maior parte das pessoas com instrução, por isso o desafio será o de apoiar as minhas conclusões (quando as tiver!) com provas e argumentos persuasivos.
Intitulei este site The Technium. É uma palavra que cunhei com relutância para designar a esfera maior da tecnologia – a que ultrapassa o hardware para abranger cultura, direito, instituições sociais e as criações intelectuais de todos os géneros. Resumindo, o Technium é tudo o que brota da mente humana. Inclui a tecnologia «dura», mas também muita da criação humana. Entendo esta face alargada da tecnologia como um sistema global que possui a sua própria dinâmica.
Tenho como finalidade investigar o Technium. Que pretende ele? Porque o adoptamos? É possível rejeitá-lo? Como se relaciona ele com Deus, se porventura existe alguma relação? Que tipo de controlo temos, na verdade, sobre o ritmo e o caminho futuro do próprio Technium?
Peço respostas a todos, no espaço dos comentários ou via email. Estou particularmente ansioso por perspectivas pouco habituais sobre factos muito batidos. Não estou muito interessado no politicamente correcto; estou de facto interessado em rigor e honestidade (no que as pessoas realmente fazem e não no que acreditam ou dizem).
Podem contactar-me através da página kk [Kevin Kelly] em kk ponto org.
12 de Novembro de 2004
publicado por annualia às 17:26
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Livros e Ensino

«Os bons livros são cruciais para a solidez de uma cultura, e sem eles não pode haver ensino de qualidade. O gosto pela precisão e pela qualidade editorial é simultaneamente causa e consequência de uma cultura que ultrapassou a fase da oralidade vaga e sem rumo. Um gosto que tarda a chegar entre nós.»

 

Final da crónica de Desidério Murcho no Público de hoje e publicada também aqui [via Blogtailors]. Crónica a ler na íntegra.

publicado por annualia às 11:31
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