Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Escritora e professora dinamarquesa (Vejle, 16.1.1935 – Copenhaga?, 2.1.2009), considerada uma das escritoras contemporâneas mais conhecidas, nacional e internacionalmente. A sua primeira recolha de poemas foi publicada com o título Lys, em 1962, a que se seguiu Graes, em 1963, Det (1969) e Alfabet (1981). A recolha publicada em 1991, Sommerfugledalen («O vale das borboletas»), é considerado o momento cimeiro da sua obra poética. Christensen publicou também ensaios, romances e livros para crianças. Membro da Academia Dinamarquesa e da Academia Europeia de Poesia, foi distinguida com o prémio nórdico da Academia Sueca (1994) e com o Grande Prémio das Bienais Internacionais de Poesia (1995).
Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Escritor austríaco (Viena, 7.4.1924 – Zug, Suíça, 1.1.2009) oriundo de uma família que quase pereceu na totalidade nos campos de concentração nazis. Depois da II Guerra Mundial, trabalhou como tradutor para o exército americano, tornando-se depois jornalista e argumentista. Em 1947 publicara uma recolha de contos (Mich wundert, dass ich so fröhlich bin), mas o seu romance de espionagem Es muss nicht immer Kaviar sein (1959) teve um êxito retumbante. Entre as suas outras obras refiram-se: Das geheime Brot (1950), Der Mörder trinkt keine Milch. Ein Kriminalroman (1950), Man lebt nur zweimal (1950), Gott schützt die Liebenden (1957), Affäre Nina B. (1958), Liebe ist nur ein Wort (1963), Alle Menschen werden Brüder (1967), Und Jimmy ging zum Regenbogen (1970), Der Stoff, aus dem die Träume sind (1971), Niemand ist eine Insel (1975), Wir heißen euch hoffen (1980), Die im Dunkeln sieht man nicht (1985), Doch mit den Clowns kamen dir Tränen (1987), Auch wenn ich lache, muß ich weinen (1993), Träum den unmöglichen Traum (1996), Liebe ist die letzte Brücke (1999). A obra de Simmel foi objecto de diversas distinções no seu país e, em várias ocasiões, transposta para cinema. Sobre o seu trabalho de argumentista, ver aqui.

Escritor e argumentista americano que se destacou como autor de romances policiais (Nova Iorque, 12.7.1933 – México, 31.12.2008), muitos dos quais foram adaptados ao cinema. Publicou sob diversos nomes, além do seu, como Richard Stark, Tucker Coe, Samuel Holt ou Edwin West. Da lista seguinte constam apenas livros assinados com o seu verdadeiro nome: The Mercenaries (1960), Killing Time (1961), 361 (1962), Killy (1963), Pity Him Afterwards (1964), The Fugitive Pigeon (1965), The Busy Body (1966), The Spy in the Ointment (1966), God Save the Mark (1967), Who Stole Sassi Manoon? (1968), Somebody Owes Me Money (1969), Up Your Banners (1969), The Hot Rock (1970), Adios Scheherezade (1970), I Gave at the Office (1971), Bank Shot (1972), Help I Am Being Held Prisoner (1974), Jimmy the Kid (1974), Brothers Keepers (1975), Two Much (1975), Dancing Aztecs (1976), Enough (1977), Nobody's Perfect (1977), Castle in the Air (1980), Kahawa (1981), Why Me (1983), A Likely Story (1984), High Adventure (1985), Good Behavior (1985), Trust Me on This (1988), Sacred Monster (1989), Drowned Hopes (1990), Humans (1992), Don't Ask (1993), Would I Lie? (1994), Smoke (1995), What's the Worst That Could Happen? (1996), The Ax (1997), The Hook (2000), Bad News (2001), Put a Lid on It (2002). Ver mais aqui.
Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

Activista sul-africana, de ascendência lituana e cujo nome de família era Helen Gavronsky (Gemiston, 7.11.1917 – Joanesburgo, 1.1.2009), que se destacou na luta contra o apartheid, tendo sido deputada oposicionista entre 1953 e 1989. Em 1959, fundou, com outros activistas dissidentes do Partido Unido, o Partido Progressista, surgindo como defensora intransigente da liberdade de expressão para todos os sul-africanos e combatendo a engenharia legislativa sul-africana com vista à total separação entre negros e brancos. Os seus esforços valeram-lhe distinções internacionais, tais como doutoramentos honoris causa por Oxford, Cambridge e Harvard, tendo recebido, em 1980, a Medalha dos Direitos Humanos das Nações Unidas. Helen Suzman permaneceu sempre activa na política, não se inibindo de criticar ou contestar políticos no poder e políticas inadequadas, nomeadamente em relação à SIDA e às limitações de que a oposição sul-africana continua a ser objecto.