Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Hugo Claus (1929-2008)

Escritor belga de língua flamenga (Bruges, 5.4.1929 – Antuérpia, 19.3.2008). Poeta, romancista e dramaturgo, também pintor e cineasta, é uma das figuras mais representativas da literatura belga contemporânea. Integrou o grupo de pintores designado por Cobra (ligado a Karel Appel, por exemplo). Levou até aos limites a busca da verdade, confuso perante o esvaziamento do presente. Como romancista e dramaturgo denunciou, por vezes com crueza, a hipocrisia e as misérias do nosso tempo, no qual as suas personagens não perderam, porém, a sede insaciável de pureza original. Obteve o Prémio Nacional de Poesia, com Heer Everzwijn, em 1971. Em 1983, publicou um romance que teve larga repercussão internacional: Het verdriet van België (O Desgosto da Bélgica, publicado pela ASA). Foi distinguido com vários prémios e o seu nome foi várias vezes mencionado com insistência como candidato ao Prémio Nobel.
Como realizador, refiram-se De Vijanden (1967, Inimigos), baseado no sua peça Vrijdag (Sexta-feira) e Het Sacrament (1989, O Sacramento).
Da sua vasta obra escrita recordam-se aqui títulos como De metsiers (1950), De Oostakkerse Gedichten (1955), Het verlangen (1978), De verwondering (1963), Schaamte (1972), Het jaar van de kreeft (1972), De zwaardvis (1989), De geruchten (1996), Suiker (1958, teatro), Orestes (1976, teatro), Het huis van Labdakos (1977, teatro), Vrijdag (1969, teatro).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pintura de Hugo Claus:
1. O Rapto de Europa
2. Sem título
 
publicado por annualia às 10:29
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Terça-feira, 18 de Março de 2008

Arthur C. Clarke (1917-2008)

Sir Arthur C. Clarke
Cientista, escritor e argumentista cinematográfico britânico (Mineshead, Somerset, 16.12.1917 – Colombo, Sri Lanka, 18.3.2008). Formado em Física-Matemática em 1948 pelo Kings College, Londres, inventor do satélite de comunicações geoestacionário (na obra Can Rocket Stations Give Worldwide Radio Coverage?, de 1945), presidente da British Interplanetary Society, e escritor de ficção científica, género em que é tido como um dos grandes mestres (a sua primeira obra foi Rescue Party, de 1946), escreveu juntamente com Stanley Kubrick o argumento do filme 2001 — Odisseia no Espaço, baseado no seu conto The Sentinel (1951). Também autor da série de televisão O Mundo Misterioso de Arthur C. Clarke.
 
Principais obras de ficção
Across the Seas of Stars
Against the Fall of Night
Childhood's End
City and the Stars
The Deep Range
Dolphin Island
Earthlight
Expedition to Earth
A Fall of Moondust
The Fountains of Paradise
From the Oceans, from the Stars
Ghosts from the Grand Banks
Glide Path
The Hammer of God
Imperial Earth
Islands in the Sky
The Lion of Comarre
The Lost Worlds of 2001
The Nine Billion Names of God
The Other Side of the Sky
Prelude to Mars
Prelude to Space
Reach for Tomorrow
Rendezvous with Rama
The Sands of Mars
The Sentinel
The Songs of Distant Earth
The Sentinel
Tales from the “White Hart”
Tales of Ten Worlds
2001: A Space Odyssey (com Stanley Kubrick)
2010: Odyssey Two
2061: Odyssey Three
3001: The Final Odyssey
The Wind from the Sun
 
Principais obras de não ficção
Extraterrestrial Relays in Wireless World
Space Stations for Global Communications in Wireless World
Ascent to Orbit: A Scientific Autobiography
Astounding days: A Science Fictional Autobiography
Boy Beneath the Sea
The Challenge of the Sea
The Challenge of the Spaceship
The Coast of Coral
The Coming of the Space Age
The Exploration of the Moon
The Exploration of Space
The First Five Fathoms
Going into Space
How the World Was One
Indian Ocean Adventure
Indian Ocean Treasure
Interplanetary Flight
The Making of a Moon
1984: Spring
Profiles of the Future
The Promise of Space
The Reefs of Taprobane
Report on Planet Three
Science Fiction Hall of fame, III
Three for Tomorrow
Time Probe 
Treasure of the Great Reef
The View from Serendip
Voice Across the Sea
Voices from the Sky
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2001 - Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, baseado em Arthur C. Clarke
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The Arthur C. Clarke Foundation
publicado por annualia às 23:44
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Anthony Minghella (1954-2008)

Realizador, argumentista e produtor cinematográfico inglês de ascendência italiana (Ryde, Ilha de Wight, 6.1.1954 – Londres, 18.3.2008). Depois de frequentar a Universidade de Hull, foi docente universitário e ganhou notoriedade como dramaturgo, tenho sido distinguido, em 1984, com o London Theater Critics Award para os talentos emergentes, e consagrado, dois anos depois, pela peça Made in Bangkok.
Como realizador, a sua carreira começou em 1990 com o filme Truly Madly Deeply (por cujo argumento recebeu um prémio BAFTA -- British Academy of Film and Television Arts Award), a que se seguiria Mr. Wonderful (1993), protagonizado por Matt Dillon. Três anos depois surgiria The English Patient, baseado no romance de Michael Ondaatje, um filme que arrebatou 9 Óscares, incluindo o de Melhor Realizador. No mesmo filme, Juliette Binoche arrecadaria o Óscar para Melhor Actriz Secundária, mas houve outros actores nomeados: Ralph Fiennes e Kristin Scott Thomas. De 1999 é The Talented Mr. Ripley, adaptação do romance de Patrícia Highsmith, com Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Cate Blanchett, Jude Law (nomeado para os Óscares, receberia o prémio BAFTA), Philip Seymour Hoffman e Jack Davenport. Em 2000, passaria ao cinema Play, de Beckett. Com Cold Mountain (2003) regressaria a Jude Law, que contracenou com Nicole Kidman e Renée Zellweger, que aliás recebeu o Óscar para Melhor Actriz Secundária pelo seu desempenho. Jude Law encabeçou ainda o elenco de Breaking and Entering (2006). Anthony deixou pronto (2008) um outro filme, cujo argumento se baseia numa história de Alexander McCall Smith e cuja acção se desenrola no Botswana: The No. 1 Ladies Detective Agency.
Em 2001, Minghella, que se considerava mais escritor que cineasta, mas também dirigiu o British Film Institute, foi feito CBE (Commander of the British Empire) por ocasião do aniversário da Rainha.
publicado por annualia às 23:11
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Datas perdidas

O físico Christian Doppler morreu em Veneza a 17 de Março de 1853, há 155 anos. Doppler nasceu em Salzburgo, em 23.11.1803, formou-se no Instituto Politécnico de Viena e desde 1850 foi Professor de Física Experimental e director do Instituto de Física da Universidade de Viena. Foi o primeiro a descrever, em 1842, o efeito do movimento relativo entre a fonte e o detector na frequência de uma onda, o chamado «Efeito de Doppler». 

Este efeito explica a alteração de frequência de uma onda quando existe movimento relativo entre a sua fonte e o observador, de que é exemplo comum as variações de timbre que se ouvem quando um comboio a apitar passa por uma estação: cada vez mais agudo quando se aproxima e cada vez mais grave quando se afasta. A explicação reside no facto de o timbre ser determinado pela frequência que é inversa do comprimento de onda: quando a distância à fonte diminui, o mesmo acontece ao comprimento de onda observado pelo que a frequência observada, e logo o timbre, au­menta, acontecendo o inverso quando a distância à fonte aumenta.

É com base neste efeito que é possível determinar a velocidade de afastamento das galáxias, o deslocamento para o vermelho da luz emitida pelas suas estrelas, e determinar a velocidade dos veículos com os «radares» de polícia.
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Computer Drawing of the doppler effect with the equations which describe the change in frequency.
publicado por annualia às 23:45
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Domingo, 16 de Março de 2008

Vida de Machado de Assis - V

por Josué Montello *

 

A 18 de Abril de 1888, a Princesa Isabel agracia o escritor com a Ordem da Rosa.
Ao sobrevir a República, o caramujo se manteria encolhido, como simples espectador da vida política, a que daria de longe em longe, nas suas crónicas ou na transparência da ficção literária, o reparo breve de seus comentários. Em 1892, transformada a Secretaria da Agricultura em Secretaria da Indústria, Viação e Obras Públicas, ei-lo Director-Geral de Viação, claro testemunho de que o novo regime lhe reconhecia os merecimentos.
O escritor, após a publicação das Memórias Póstumas de Brás Cubas – a princípio saídas na Revista Brasileira, depois em livro –, alcançara a culminação da sua carreira, no estilo, na originalidade do tema, na agudeza da filosofia de desencantos.
Vinha de longe, por esse tempo, a ideia de criar-se uma Academia Brasileira, nos moldes da Academia Francesa. Chegara a cogitar-se do assunto no Instituto Histórico, por volta de 1847. Em 1883 fundara-se no Rio a Associação dos Homens de Letras do Brasil, com Machado de Assis entre os seus membros.
Mas o tempo se encarregou de desfazer esses actos bem intencionados. Na República, Medeiros e Albuquerque foi o primeiro a pensar em levar adiante a ideia de uma Academia, ainda em 1869. Mas só em 1896 a instituição passaria da condição de simples sonho para a realização efectiva, desta vez sob a presidência de Machado de Assis.
O livro que Sílvio Romero lhe consagra, e que sai no mesmo ano da instalação da Academia Brasileira, vale mais como um ataque do que como uma apreciação de conjunto de sua obra e de sua personalidade de escritor. Machado de Assis não reage. Sente que chegou ao altiplano. A apreciação do que realizou pertence à crítica, não à sua pessoa. E a crítica vem, com efeito, em defesa de seu legado de arte.
Deixando que a polémica se desfizesse, Machado de Assis dava a si mesmo a consolação que dera a José de Alencar: sabia que tinha em seu favor a conspiração da posteridade. A vida no lar, na sua casa de Cosme Velho, continua a ser, para Machado de Assis, um idílio de mocidade.
Além de companheira e consorte, Carolina era para Machado de Assis a confidente. Por isso, em 1904, quando ela morre, a desorientação do escritor parece irreparável.
E ele, sempre sóbrio nas expansões epistolares, não sabe sofrear a pena amargurada: «eu estou ainda muito perto de uma grande injustiça para descrer do mal».
Após a morte de Carolina, Machado de Assis passará a expandir-se, na ordem das confidências, com dois amigos, que tinham idade de ser seus filhos: um, que está sempre a seu lado, Mário de Alencar; outro, que está distante, cumprindo vida diplomática, Magalhães de Azeredo. Ao primeiro, confidencia um pouco de sua vida íntima; ao segundo, deixa fluir ao longo da correspondência epistolar as confidências literárias. É certo que, com este último, já o escritor fechado e esquivo dera um pouco de si mesmo, revelando certos arcanos de seu pensamento; a solidão, com a morte da companheira, fê-lo ainda mais expansivo.
Na amizade dos companheiros o velho escritor se refugia para mitigar a solidão. Nas horas em que esta se fecha sobre a sua pessoa, no recesso da casa vazia de Carolina, ele se debruça sobre o papel em branco e encontra nas letras a consolação do seu ocaso. E este ocorre em Junho de 1908, quando o mestre entra em gozo de licença, no seu cargo de director da Contabilidade do Ministério da Viação, para tratamento de saúde. Aproxima-se agora o termo de sua vida. Em seu redor tem a assistência dos amigos e companheiros.
D. Francisca de Bastos Cordeiro, que frequentemente o visitava, deixou-nos, sobre esses dias derradeiros de Machado de Assis, este depoimento:
«Quando o seu estado se agravou, Machado de Assis passou a dormir na pequena saleta de costura de D. Carolina, junto à sala de jantar, cuja porta ficava em frente à que abria para a entrada habitual, no patamar da sala. Repousava em modesto leito de ferro, tendo à cabeceira uma mesinha e, pouco afastadas, duas cadeiras, das da sala de jantar.»
E ali faleceu o grande escritor na madrugada de 29 de Setembro. Na tarde desse dia, saiu o féretro do prédio do Silogeu Brasileiro, onde a Academia tinha a sua sede. Junto ao ataúde, falou Rui Barbosa, em nome de seus companheiros, acentuando que se despedia do confrade modelar: «Não é o clássico da língua; não é o mestre da frase; não é o árbitro das letras; não é o filósofo do romance; não é o mágico do conto; não é o joalheiro do verso, o exemplar sem rival entre os contemporâneos da elegância e da graça, do aticismo e da singeleza no conceber e no dizer; é o que soube viver intensamente da arte, sem deixar de ser bom.» (fim)

 

* Publicado em Gigantes da Literatura Universal, vol. 26, Verbo, Lisboa/São Paulo, 1972.

 

 

publicado por annualia às 22:24
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Frases & Contextos

«The single biggest problem in communication is the illusion that it has taken place.»


George Bernard Shaw

publicado por annualia às 21:52
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Datas perdidas

 

 

A 13 de Março de 1930, o astrónomo Clyde Tombaugh (1906-1997) anunciou a descoberta de Plutão.

No mesmo dia e mês de 1781, William Herschel (1738-1822) descobriu Úrano, durante uma observação de rotina.

Em Agosto de 2006 a União Astronómica Internacional, reunida em Praga, estabeleceu três categorias de objectos celestes segundo as quais Plutão deixará de ser considerado planeta, passando a ser um planeta anão, uma outra categoria de corpos celestes.

Não deixe de ler no volume ANNUALIA 2007-2008 o artigo de Máximo Ferreira com o título «Adeus a Plutão?», no qual este astrónomo aborda este tema, desde o método usado por Tombaugh na descoberta de Plutão até à viagem da New Horizons que nos dará mais a conhecer sobre este planeta anão, explicando as razões e os critérios desta nova classificação, mas salientando que «na verdade, apesar das alterações introduzidas no modo de classificar os planetas e os restantes corpos do sistema solar, Plutão viu em nada diminuída a sua importância e os contributos que dele advieram para a ciência e mesmo para a tecnologia».

 

 

publicado por annualia às 11:45
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Prémio de Literatura Gastronómica

Maria de Lourdes Modesto e Manuela Barbosa, as autoras do livro Queijos Portugueses, editado pela Editorial Verbo, foram galardoadas com o Prémio de Literatura Gastronómica referente ao ano de 2007, atribuído pela Academia Portuguesa de Gastronomia.

Numa altura em que a globalização permite o acesso a produtos de todas as formas e de todos os lugares, banalizando a sua origem e a sua importância no património cultural dos países e regiões, um livro como Queijos Portugueses e um Olhar Gastronómico sobre Famosos Queijos Europeus surge como uma peça fundamental na viagem até à origem dos nossos queijos e sua aplicação na nossa culinária.

Foi classificado pela Academia Portuguesa de Gastronomia como um livro elaborado de forma cuidada e criteriosa nas suas três vertentes mais importantes:  gastronómica, cientifica e visual.

publicado por annualia às 11:37
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Prémio de Comunicação (European Science Awards) para Nuno Crato

O matemático e divulgador científico Nuno Crato foi distinguido com um dos European Science Awards na área da comunicação da ciência, atribuídos pela Comissão Europeia, em Bruxelas, obtendo o segundo lugar na categoria de Melhor Comunicador do Ano.
Nuno Crato é professor de matemática e estatística no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa. O seu gosto pela comunicação da ciência tem-se traduzido em diversos livros e programas na televisão e na rádio.
O júri do prémio destacou a colaboração de Nuno Crato no semanário Expresso (onde desde 1996 escreve artigos de divulgação científica), na Rádio Europa (onde tem o programa diário «3 minutos de ciência») e em programas de televisão (de que o «4xCiência», na RTPN, onde é um dos cientistas residentes, é um exemplo). Como presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, também tem promovido a matemática entre os jovens.
Da lista de livros de divulgação científica de que é autor, editados pela Gradiva, fazem parte Passeio Aleatório – Pela Ciência do Dia-a-Dia (2007), A Espiral Dourada (2006), Trânsitos de Vénus (2004), Zodíaco: Constelações e Mitos (2001), Eclipses (1999). [Fonte: Público]

 

 

Nuno Crato tem-se também distinguido pela sua intervenção em questões educativas, sobretudo pelas posições contrárias às doutrinas pedagógicas que fizeram e fazem moda nas escolas portuguesas, integradas no complexo sistema do «eduquês», expressão que tem consagrado. Nesta área publicou, também na Gradiva, O Eduquês em Discurso Directo: Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista (2006) e coordenou Desastre no Ensino da Matemática: Como Recuperar o Tempo Perdido (2006).
publicado por annualia às 17:06
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Frases & Contextos

«That's the second time you hit me. Don't ever do it again.»

Xerife John T. Chance (John Wayne) no filme Rio Bravo (1959), de Howard Hawks
publicado por annualia às 16:03
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Sábado, 8 de Março de 2008

Gustaw Holoubek (1923-2008)

Actor de teatro e cinema, encenador, realizador e professor de teatro polaco (Cracóvia, 21.4.1923 – Varsóvia, 6.3.2008). Extremamente respeitado e reconhecido no seu país, alcançou autoridade ao longo de uma vida dedicada à arte dramática, tendo sido director do Teatro Dramático de Varsóvia. Actor em mais de meia centena de filmes, entre os quais Lawa (1989, de Tadeusz Konwicki, baseado em Adam Mickiewicz), dirigiu ele próprio Mazepa (1976) e Król Edyp (2005, para televisão). Homem de opiniões fortes, soube preservar a identidade nas várias circunstâncias e vicissitudes da história do seu país.
Pode ler uma interessante entrevista de Gustaw Holoubek aqui.
publicado por annualia às 19:46
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Decisão «ao nível» do acordo ortográfico

«O Estado português adoptará as medidas adequadas a garantir o necessário processo de transição, no prazo de 6 anos, nomeadamente ao nível da validade da ortografia constante dos actos, normas, orientações ou documentos provenientes de entidades públicas, bem como de bens culturais, incluindo manuais escolares, com valor oficial ou legalmente sujeitos a reconhecimento, validação ou certificação.»

do Comunicado do Conselho de Ministros de 6 de Março de 2008, sobre a Proposta de Resolução que aprova o Acordo do Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

publicado por annualia às 01:15
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