Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Christian Poveda (1955-2009)

 Christian Poveda. | Afp

Fotógrafo e cineasta francês de ascendência espanhola (França, 1955- El Salvador, 2009), cuja carreira como fotojornalista se iniciou com uma reportagem sobre a Frente Polisário, tendo sido correspondente de vários jornais e outros meios de comunicação durante a guerra civil salvadorenha, entre 1980 e 1992. Poveda realizara um documentário (estreado em 2008 no festival de San Sebastián), intitulado La Vida Loca, sobre a vida das «maras», bandos de jovens criminosos e traficantes. O filme de Poveda centrara-se em particular numa delas, «La Dieciocho», que se pensa estar directamente envolvido no seu assassínio. As maras nasceram nos bairros hispânicos de Los Angeles e estenderam-se depois a várias regiões da América Central, sendo alguns dos seus membros antigos prisioneiros nos EUA. Poveda dirigiu em 1999 (com Nick Fraser) o documentário Journey to the Far Right e, em 2005, com Jean-Marc Barbieux, o filme para televisão Strip de Velours. Em 2004 fotografara Mathilde au matin, de Maria de Medeiros.

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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Morte da jornalista Edite Soeiro (1934-2009)

«Edite Soeiro nasceu em Angola, onde iniciou a sua actividade jornalística, no jornal "O Intransigente", em Benguela. Posteriormente, radicada em Lisboa, Edite Soeiro, fez parte das redacções da "Flama", "Notícia", "Jornal" e revista "Visão", onde ainda fazia parte da ficha técnica.
Em 2006, foi distinguida pelo Clube de Jornalistas com o Prémio Gazeta de Mérito, pela sua carreira não só na reportagem mas também pelas suas capacidades de chefia e direcção».

Ver notícia na versão online de Visão e no Público.

publicado por annualia às 14:53
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Curso de Jornalismo Literário

 Quem Somos

promove um Curso de Jornalismo Literário, em Outubro. O formador é Paulo Moura, repórter do jornal Público e docente de Reportagem e Jornalismo Literário na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa.


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Domingo, 19 de Julho de 2009

Walter Cronkite (1916-2009)

 

Jornalista americano (Saint-Joseph, Missouri, 4.11.1916 - Nova Iorque, 17.7.2009) cuja carreira se iniciou nos anos 30, tendo chefiado o escritório da United Press, em Moscovo. Foi, depois, um dos primeiros a fazer reportagem durante o desembarque dos Aliados na Normandia. Nos anos 50, Cronkite aperfeiçoa o seu estilo de repórter em directo ao serviço da CBS, vendo a sua crescente fama atingir níveis enormes com o assassínio de John Kennedy, o qual é o primeiro a anunciar ao país. No final da década de 60, é o jornalista respeitado por todos que se declara contrário à Guerra do Vietname e propaga a convicção de que a guerra não pode ser ganha. Logo a seguir, foi ele que relatou em directo a primeira alunagem. Foi ainda o homem em que os americanos mais confiavam, segundo as sondagens, que marcou a opinião pública americana na sequência do caso Watergate, que culminaria com a demissão de Nixon. Em 1981 retirou-se oficialmente (era anchorman da CBS desde 1962), embora tivesse continuado a intervir com assiduidade na comunicação social.

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Eduardo Chamorro (1946-2009)

Chamorro
Escritor e jornalista espanhol (Madrid, 1946 – ibid., 13.7.2009). Colaborou com vários periódicos, nomeadamente Cambio 16 e La Voz de Galicia, onde publicou o seu último texto. Foi autor de reportagens e ensaios histórico-políticos, como 25 años sin Franco,
Felipe González. Un hombre a la espera ou Viaje al centro de UCD. O seu volume de contos Relatos de la Fundación data de 1980 e, no ano seguinte, candidatou-se ao Prémio Planeta (diz-se que por aposta com Juan Benet) com El súbdito de la noche, ano em que também publicou Galería de Borrachos. De 1989, é Yo, conde-duque de Olivares, a que se seguiu, em 1991, El enano del rey, o mesmo ano do romance Guantes de segunda mano. Em 1992, foi finalista do Prémio Planeta com uma obra sobre Velázquez, La cruz de Santiago, mas tendo sido o romance La prueba del labirinto a receber o prémio Fernando Sánchez Dragó.

publicado por annualia às 15:53
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Antecipação: um novo livro, mas não apenas mais um livro

  


meninos de ninguém
ANA CRISTINA PEREIRA
O caso Gisberta e outras histórias
POSFÁCIO DE LUÍS FERNANDES

 

 

 





© Ana Cristina Pereira e Editora Ulisseia, 2009
Fotografia da capa © Nelson Garrido/Público
Todos os direitos reservados para a língua portuguesa por Editora Ulisseia, Lda. Av. António Augusto de Aguiar, 148 - 1.º   1050-021 Lisboa - Tel. 213 801 100

 

 


 

publicado por annualia às 22:00
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Ana Cristina Pereira

Ana Cristina Pereira estudou Comunicação Social na Universidade do Minho. É jornalista do Público desde 1999. Dedica-se, sobretudo,às temáticas de exclusão social, como a pobreza, os tráficos, as dependências, as piores formas de trabalho infantil, a delinquência juvenil, a violência intrafamiliar, a reclusão, as migrações, as minorias. Meninos de Ninguém é o seu primeiro livro. Reúne histórias antes publicadas no Público – agora «libertas» das «amarras» próprias da imprensa diária. A escancarar a dura realidade de crianças que crescem em territórios críticos deste Portugal do princípio do século XXI.

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Domingo, 29 de Março de 2009

NÃO DEIXE DE LER ESTE TEXTO

Vamos falar de um novo livro, mas não apenas de mais um livro:

 

«Numa escrita que renuncia a quaisquer adornos ou efeitos, se cola aos factos e exprime segundo princípios de rigor, concisão, clareza, sem nunca perder o registo das tensões e a variabilidade formal, Ana Cristina Pereira conduz o leitor pelos espaços e tempos da nossa derrota colectiva, da exclusão à violência, da miséria às solidões de cada idade do sofrimento e da desesperança. E é a eloquência do que, em regra, não vemos: cenários, personagens, situações no desabrigo das cidades ou nos meandros do crime. Aí estão, opostos a qualquer ingenuidade ou miserabilismo, toxicodependência e álcool, transexualidade, doença seropositiva, prostituição, assaltos, narcotráfico, a infância esbulhada onde sonhos e jogos afloram como último resíduo do humano. Nunca enquanto resultado de uma efabulação, nunca ao sabor do lixo sensacionalista ou das incursões de mera superfície.
Obra de jornalismo na sua realização mais exigente. Um livro, quero dizê-lo, raro e siderante. Não se lê à margem da emoção, do sobressalto. De relato em relato, história em história.»

José Manuel Mendes

 

Mais informações muito em breve.


 

publicado por annualia às 20:32
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Rodrigues da Silva (1939-2009)

Sobre o desaparecimento do jornalista José Manuel Rodrigues da Silva ver texto publicado por José Mário Silva em O Bibliotecário de Babel.

publicado por annualia às 17:12
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