Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

O tango foi declarado Património da Humanidade

 

 

 

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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Pina Bausch (1940-2009)

Bailarina e coreógrafa alemã (Solingen, 27.7.1940 – Wuppertal, 30..2009), trabalhou, em Essen, com Kurt Jooss (1955-1959). Durante uma estada na América, estudou técnicas de dança moderna americana e recebeu influências de personalidades importantes, como Antony Tudor, Paul Taylor e José Limíon, entre outros. Criou um estilo muito pessoal, em que transparecem a violência, o humor negro, o gosto pela caricatura, tornando-se uma das figuras preponderantes da dança moderna na Alemanha e no mundo. Dançou em companhias importantes (Paul Samasardo, New American Ballet, Metropolitan Opera) e, a partir de 1973, dirigiu a Ópera de Wuppertal. Assinou várias coreografias e interessou-se também pelo teatro dançado, de que se tornou um dos expoentes máximos. Visitou Portugal várias vezes. Entre as suas numerosas coreografias contam-se Café Müller, A Sagração da Primavera, Kontartof, 1980, Ein Stuck von Pina Baush, Victor.

 

Ver entrevista ao Público aqui.
 
 

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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Ekaterina Maximova (1939-2009)

Bailarina russa (Moscovo, 1.2.1939 – ibid., 28.4.2009) que foi aluna da lendária Galina Ulanova e uma das vedetas do Bolchoi, para cuja companhia entrou em 1958 e onde permaneceu ao longo de três décadas, dançando os grandes clássicos: Gisèle, O Lagos dos Cisnes, Dom Quixote, etc. Trabalhou também fora do seu país, nomeadamente com Maurice Béjart (Romeu e Julieta) e Roland Petit (O Anjo Azul), tendo participado ainda no filme Traviata de Franco Zeffirelli, com o marido, o bailarino Vladimir Vassiliev. Publicou uma autobiografia com o título de «A Senhora Não», expressão por que ficou conhecida, dado o seu carácter reservado e avesso à exposição mediática.
Ekaterina Maximova in Giselle
Ekaterina Maximova como Gisèle

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Frankie Manning (1914-2009)


Bailarino americano (Jacksonville, Flórida, 26.5.1914 – Nova Iorque, 27.4.2009) que se estreou no Savoy Ballroom, juntando-se, em 1934, ao grupo Savoy Lindy Hoppers, onde desenvolve os passos de «lindy». Actuou na reabertura do Cotton Clube (1936) com os Hopping Maniacs. Com os Lindy Hoppers apareceu em A Day at the Races (1937, de Sam Wood). Mobilizado durante a II Guerra Mundial, em 1947 reapareceu com um novo grupo, os Congaroo Dancers, que estreou no Roxy Theatre, tendo participado no filme Hellzapoppin' (1941, de H. C. Potter). Em 1955 passou a trabalhar para os serviços postais americanos. Em 1986 tornou-se professor de dança. Em 1989 ganhou um prémio Tony para a Melhor Coreografia com o espectáculo Black and Blue. Em 1999, actuou com a Lincoln Center Orchestra e Wynton Marsalis e no ano seguinte foi distinguido com o National Heritage Fellowship do NationalEndowment for the Arts. No mesmo ano, a sua figura surgiu em destaque no documentário Jazz, de Ken Burn. O livro autobiográfico, escrito com Cynthia R. Millman, Frankie Manning: Ambassador of Lindy Hop, foi publicado em 2007.

Saiba mais aqui.

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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Rosella Hightower (1920-2008)

 

 

 

Bailarina e pedagoga americana (Ardmore, Oklahoma, 30.1.1920 - Cannes, 4.11.2008) que iniciou os seus estudos de dança em Kansas City. Em 1938 ingressou no corpo de baile dos Ballets Russes de Monte Carlo, ascendendo depois a solista. Aí se manteve até 1941, ano em que ingressou no Ballet Theatre. Em 1946 foi contratada pelo Ballet Russe Highlights, de L. Massine, passando depois a fazer parte do Original Ballet Russe, com o qual percorreu a América e a Europa. Em 1947 ingressou no Nouveau Ballet de Monte Carlo, já sob a direcção do Marquês de Cuevas, companhia que não mais abandonaria. Em 1961, fixou-se na Europa, abrindo uma escola em Cannes. Dotada de uma técnica perfeitíssima e um estilo muito puro, foi intérprete de bailados como Les Sylphides, O Lago dos Cisnes, Giselle, La Sylphide, Scaramouche, Inês de Castro, Salomé, etc. Foi directora do Ballet da Ópera de Marselha (1969-1972), do Ballet do Grand Théâtre de Nancy (1973-1974), do Conservatório de Dança de Nice (1977-1980) e de dança da Ópera de Paris (a partir de 1980).


 

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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Gerald Arpino (1923-2008)

 


Bailarino e coreógrafo americano (West Brighton, Nova Iorque, 1929 - Chicago, 29.10.2008). Estudou dança clássica em Seatle, com Mary Ann Wells, e trabalhou dança moderna com May O`Donnell. Foi primeiro bailarino do Robert Joffrey Ballet, do qual vei a ser director artístico. Em 1963 era já co-director do American Ballet Center. Distinguiu-se, sobretudo, como autor de obras em que os estilos académico-clássico, romântico e neoclássico se fundem na estética da modern dance. As suas obras são brilhantes e eminentemente teatrais.
Gerald Arpino era membro do Arts Advisory Committee do New York International Festival of the Arts e integrava a administração de The Chicago Academy for the Arts. Era doutor honoris causa pelo College of Staten Island, City University of New York, e pelo Wagner College. Foi distinguido, em 1974, com o prémio da Dance Magazine e com a medalha Vaslav Nijinsky. Em 2005, entre outras diversas distinções, recebeu o Prémio de Carreira da Chicago National Association of Dance Masters. Em 2006, foi agraciado pelo presidente italiano com a condecoração de Grande Oficial da Ordine della Stella della Solidarietà Italiana. Em 2007, tornou-se Director Artístico Emérito do Joffrey Ballet.

Obras Princ.: Partita for four (1961), Ropes (1961), Sea Shadow (1963), Incubus (1962), Palace (1963), Viva Vivaldi (1965), Olympics (1965), Nightwings (1966); The Clowns (1968), Trinity (1969); Valentine (1971), Kettentanz (1971); Sacred Grove on Mount Tamalpais (1972), Relativity of Icarus (1974), Orpheus Times Light (1976), Suite Saint-Saëns (1978), Celebration (1980), Light Rain (1981), Round of Angels (1983), Ruth: Ricordi Per Due (2004).

 

Veja um entrevista com Gerald Arpino aqui.

 

 

 

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Cyd Charisse (1921-2008)

 

Bailarina e actriz americana (Amarillo, Texas, 8.3.1921 – Los Angeles, 17.6.2008)  que efectuou uma carreira brilhante em Hollywood, tornando-se bailarina residente da MGM. Elegantíssima e sensual, as suas pernas tornaram-se uma lenda do cinema. Foi parceira de Gene Kelly em Singin’ in the rain (1952) e It’s Always Fair Weather (1955), de Gene Kelly e Stanley Donen, e também de Fred Astaire em The Band Wagon (1953, de Vincent Minnelli) e Silk Stockings (1957, de Rouben Mamoulian).
Outros filmes em que participou foram, por exemplo, Ziegfeld Follies (1946, de Vincente Minnelli, George Sidney e outros), The Unfinished Dance (1947, de Henry Koster), East Side, West Side (1949, de Mervyn LeRoy), Brigadoon (1954, de Vincente Minnelli), Meet Me in Las Vegas (1956, de Roy Rowland), Twilight for the Gods (1958, de Joseph Pevney), Party Girl (1958, de Nicholas Ray), Two Weeks in Another Town (1962, de Vincente Minnelli).
 
 

 

 

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Наталия Бессмертнова (1941-2008)

Natalia Bessmertnova
Natalia Bessmertnova - The Bolshoi Ballet
Bailarina russa (Moscovo, 19.7.1941 – ibid., 18.2.2008) que, com Maia Plissetskaia e Galina Ulanova, foi uma das glórias da escola do Bolchoi durante o período soviético. Aluna brilhante, obteve a classificação mais alta possível na escola daquele teatro, cujo corpo de bailarinos passou a integrar em 1961. Casada com o coreógrafo Iuri Grigorovitch, o seu desempenho em Ivan, o Terrível (1975) deu-lhe grande projecção no Ocidente, embora as suas interpretações em ballets como Romeu e Julieta, Dom Quixote e Gisèle já fossem sobejamente conhecidas do público soviético. Perante a fuga para o Ocidente de vários artistas soviéticos, nos anos 60 e 70 do século XX, Natalia Bessmertnova permaneceu fiel ao regime, tendo recebido o prémio Lenine, em 1986. Em 1994 retirou-se dos palcos, ficando a ensinar na escola de ballet do Bolchoi.
Natalia Bessmertnova
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Natalia Bessmertnova -- Vocalis
publicado por annualia às 08:24
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Maurice Béjart (1927-2007)

Bailarino  francês que revolucionou a dança e se tornou um dos maiores nomes da coreografia contemporânea (Marselha, 1.1.1927 - Lausanne, 22.11.2007). Estreou-se em 1945 na ópera de Marselha e praticou, durante dez anos, a chamada «dança clássica», que lhe deu uma técnica perfeita. Insatisfeito, compreendeu que o 

ballet é apenas a forma condensada de uma arte com múltiplas possibilidades. Em 1955, com Symphonie pour un homme seul, interpretada por ele com música concreta, dá­-se a revelação. A dança passa a ser a expressão de um drama: o do homem do século xx em face das suas próprias angústias. Virando as costas à Academia, dirigiu o Ballet du XXième Siècle no Théâtre Royal de la Monnaie, de Bruxelas, e depois o Ballet Lausanne, renomeado Béjart Ballet Lausanne, explorando todos os recursos da arte coreográfica, arriscando-se, por esse motivo, a voltar a utilizar os elementos da dança clássica, que lhe parecem definitivos (Boléro, Suite Viennoise, IX Sinfonia, Romeu e Julieta). Maurice Béjart criou uma nova fórmula de espectáculo total, ligando à dança obras líricas ou teatrais: A Viúva Alegre, A Danação de Fausto, La Reine verte e Messe pour le temps présent que, pela liberdade formal de reunir ballet, cantata e mimodrama, foi objecto de muitas controvérsias. Num dos seus espectáculos, Baudelaire, faz a fascinante apologia do «poeta maldito», onde música de Wagner, havaiana e psicadélica alterna com trechos do poeta francês. Entre as suas últimas coreografias contam-se  Ring um den Ring (1990), MutationX (1998),  Mère Teresa et les enfants du monde (2002), Ciao Federico (sobre Fellini, 2003), Zarathoustra (2006). O seu último trabalho, cuja estreia está marcada para Dezembro, chama-se Volta ao Mundo em 80 Dias. Maurice Béjart foi distinguido pelo imperador japonês Hirohito com a Ordem do Sol Nascente (1986), nomeado Grande Oficial da Coroa (1988) pelo rei belga Balduíno, e eleito em 1994 membro da Academia francesa das Belas Artes. [www.bejart.ch]
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