Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Norman Borlaug (1914-2009)

 

Agrónomo norte-americano (Cresco, Iowa, 25.3.1914 – Dallas, 12.9.2009). Enviado para o México, em 1944, para integrar um projecto agrícola do governo em colaboração com a Fundação Rockefeller para solucionar as pragas que devastavam as colheitas de trigo, conseguiu obter variedades com um rendimento tal que permitiu ao País exportar aquele cereal apesar do seu acentuado acréscimo da população. O seu contributo para a agricultura é conhecido pela expressão «revolução verde», tendo aplicado o resultado das suas investigações à cultura do trigo e do milho na Índia e no Paquistão, a partir de 1960, ao serviço da FAO. Estes e outros países haveriam de incrementar o rendimento por hectare em cerca de 250 %. Entre 1964 e 1982 dirigiu o Centro de Melhoramento do Milho e do Trigo, no México. Foi galardoado com o prémio Nobel da Paz de 1970.

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Cientistas online

Centenas de entrevistas feitas durante a década de 1960 a vários cientistas da área da física estão disponíveis de graça na biblioteca online do Instituto Americano de Física. [Ver artigo no Público]


 

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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Fungos, evolução e código genético

No fim da década de 80, porém, Manuel Santos e a sua equipa da Universidade de Aveiro foram dos primeiros grupos do mundo a propor que isso não era bem assim: descobriram que as Candida conseguiram sobreviver apesar de ter sofrido uma alteração do seu código genético que deveria ter sido perfeitamente tóxica. Num trabalho hoje publicado em consórcio internacional na revista Nature, explicam pela primeira vez, graças à análise comparativa dos genomas de várias espécies diferentes de Candida, como é que essa “mudança de identidade” teve concretamente lugar.

(ver artigo no Público e artigo da Nature).

 

 

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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Seeds of Science

Embora com atraso, é perfeitamente justificável que aqui fique registo dos distinguidos com os Prémios «Seeds of Science», bem como a gravação integral da Gala da Ciência, que teve lugar na Figueira da Foz, em Março de 2009, disponibilizada no site da revista CiênciaHoje, promotora dos prémios.

 

O astrónomo Pedro Russo, coordenador do Ano Internacional da Astronomia, foi galardoado com o «Prémio Especial 2009».

Álvaro Macieira-Coelho foi o cientista escolhido para receber o Prémio Seeds of Science na categoria «Carreira», que distingue um investigador já reformado.

Irene Pimentel recebeu o Prémio Seeds of Science na categoria «Ciências Sociais e Humanas».Cecília Arraiano recebeu o Prémio Seeds of Science na categoria «Ciências da Vida».

Elvira Fortunato foi a cientista escolhida para receber o Prémio Seeds of Science na categoria «Engenharia e Tecnologia». Ricardo Serrão Santos foi o escolhido para o Prémio Seed of Science na categoria de «Ciências da Terra, do Mar e da Atmosfera».

O Prémio «Consagração» dos «Seeds of Science», distinções atribuídas anualmente pelo Ciência Hoje a investigadores que se destacam no panorama da Ciência, foi entregue em 2009 a Alexandre Quintanilha, director do Instituto de Biologia Molecular e Celular, a Mário Barbosa, responsável do Instituto de Engenharia Biomédica, e Manuel Sobrinho Simões, que lidera o Instituto de Patolologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto.

O físico e investigador Gustavo Castelo-Branco foi escolhido pela direcção do Ciência Hoje para receber o Seed Of Science 2009 na categoria «Ciências Exactas».
 

O Prémio Seeds of Science na categoria «Júnior», destinado a galardoar jovens cientistas até ao doutoramento (incluisvé), foi entregue ao biólogo André Sucena Afonso.

 

Saiba mais sobre os premiados aqui.

 

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Dicionário Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ em destaque

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

O Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura faz um merecido destaque, no seu site da internet, ao Dicionário Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ, aí reproduzindo o Prólogo à Edição Portuguesa desta obra inovadora e, também, o respectivo vídeo de apresentação. Aqui.

 

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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Padre Manuel da Costa Freitas sobre a Enciclopédia Interdisciplinar de Ciência e Fé

O coordenador da edição portuguesa da Enciclopédia Interdisciplinar de Ciência e Fé, Padre Manuel da Costa Freitas, em entrevista: «Não há contradição entre fé e razão!»
[clicar nas fotos]

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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Darwin na Enciclopédia Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ, edição Verbo

 «Na formulação da teoria evolucionista de Darwin, confluíram vários elementos, já analisados anteriormente, que operaram a níveis diferentes, por vezes de modo directo por vezes implícito. De entre estes, a particular psicologia de seu autor e a sua história pessoal; a influência do avô Erasmus de fé iluminista e deísta; a leitura de livros de filósofos, economistas e sociólogos de cariz materialista e liberal; as ideias dominantes no espírito inglês da época vitoriana (optimismo relativamente ao progresso, competicionismo, cientificismo incipiente, capitalismo); a perspectiva geológica "actualista" de Hutton e de Lyell, segundo a qual no passado agiram gradualmente as mesmas forças operantes no presente (oposta ao catastrofismo). Mas o
significado último da mensagem darwiniana é que a ordem e a harmonia não descendem de uma "autoridade" predestinadora ou das leis com que esta governa a natureza, mas surgem "espontaneamente" da luta que os indivíduos empreendem para a sua sobrevivência (→evolução). Nisto, pode-se colher um certo espírito de emancipação da religião (e da autoridade), de que Darwin se sente pessoalmente investido, também por causa da sua experiência pessoal, e o seu desejo de não obedecer a nada ou a ninguém, de competir livremente com os outros de modo próprio, obedecendo à própria natureza e às próprias inclinações (…). A difusão e a consequente, quase geral, aceitação da teoria de Darwin deveu-se também, em nosso parecer, à influência de factores extra-científicos e de subtis "correspondências" com o espírito do tempo. Assinalamos três: os conceitos de gradualismo e de continuidade, que permeiam o darwinismo, estavam em perfeito acordo com a concepção vitoriana caracterizada por um moderado conservadorismo social, inimigo de qualquer convulsão e de qualquer mudança demasiado repentinas; a certeza que permeia todo o pensamento de Darwin acerca do progresso imparável do mundo vivo de formas menos perfeitas para formas mais perfeitas estava de acordo com o optimismo progressista do século XIX (→ progresso); a importância atribuída à selecção natural estava em plena sintonia com a concepção competitiva ligada à concepção (quasi religiosa) do "livre mercado", preeminente em Inglaterra. O ambiente geral estava, no fundo, já preparado e maduro para receber um pacote de ideias que aquele mesmo tinha ajudado a coagular de modo implícito.»
(excerto)

 
Giovanni Monastra
(tradução: Américo Pereira) 

 

 

 

 

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Charles Darwin: 200 anos


Charles Robert Darwin nasceu a 12 de Fevereiro de 1809 na cidade de Shrewsbury, em Inglaterra e faleceu a 18 de Abril de 1882 em Downe, Kent. Provinha de uma família abastada e influente. Era filho de Robert Waring Darwin, prestigiado médico, e de Susannah Darwin, cujo falecimento precoce poucas recordações deixaram em Charles. Era também neto de Erasmus Darwin, físico e poeta. Ambas as famílias, tanto da parte da mãe como da parte do pai eram profundamente religiosas, o que viria a influenciar a vida de Charles.

 Começou por seguir os passos do pai em 1825, inscrevendo-se no curso de medicina na Universidade de Edimburgo. No entanto decepcionou-se com a cirurgia que considerava brutal. Desistiu passados dois anos e o pai decidiu que ele fosse para uma escola anglicana, o Christ's College, em Cambridge onde acabou por concluir a licenciatura de Teologia em 1831, com alguma relutância pois a sua verdadeira vocação era a História Natural. No colégio passava o tempo a recolher insectos, aprendendo geologia, história natural e matemática, como actividades extracurriculares. Nestas actividades Darwin conheceu dois professores, Adam Sedgwick, geólogo, e John Henslow, botânico, que lhe incutiram o gosto pela geologia e pela botânica. No término da sua licenciatura fez um estudo com Adam Sedgwick, sobre formações rochosas em Wales. Quando regressou a casa, encontrou uma carta de Henslow Darwin, convidando-o a viajar no HMS Beagle que iria partir para uma viagem à volta do mundo numa missão de investigação. Assim embarcou em 1831, sobre o comando do capitão Robert Fitzroy, e durante cinco anos percorreu a Grã – Bretanha (de onde partiu), as Ilhas de Cabo Verde, o Brasil, as Ilhas Falkland, as Ilhas Galapagos, o Tahiti, a Nova Zelândia, a Austrália, a Tasmânia, as Ilhas Cocos (Keeling), África do Sul e as Ilhas Ascensão e Santa Helena.
Durante a viagem recolheu amostras de solo, fosseis e variadas espécies exóticas. Analisando os fosseis conseguiu concluir que os animais existentes na zona da América do sul tinham ainda certas características de espécies já extintas. A descoberta mais importante foi feita sobre as espécies de tentilhões que encontrou nas ilhas Galápagos.
Quando chegou a Inglaterra os ornitólogos disseram-lhe que estas aves eram de espécies distintas. Mas Darwin não acreditou e concluiu que estas aves se teriam transformado de acordo com o meio ambiente. Com o decorrer da viagem tornou-se amigo de Robert Fitzroy. No inicio da viagem este ofereceu-lhe o primeiro volume de Charles Lyell, Principles of Geology (1830-3). Nesta obra Lyell explicava que as alterações a nível geológico, se davam num longo período de tempo. Influenciado por Lyell, Darwin ao coleccionar as espécies fossilizadas que se encontravam nas diferentes formações rochosas, verificou que essas espécies também teriam uma modificação num longo período de tempo e concluiu que um dos mais importantes pré-requisitos para a sua Teoria da Evolução era o tempo que decorria para as espécies se alterarem.
Em 1836, quando Darwin regressou a Inglaterra começou a compilar a listagem dos espécimes recolhidos na viagem do Beagle bem como as notas zoológicas, que foram publicadas num conjunto de cinco volumes na obra, The zoology of the voyage of H.M.S. Beagle (1838-43). Em 1838 Darwin leu a obra de Thomas Malthus, Essay on the Principle of Population (1798), que o influenciou na elaboração da teoria da selecção natural. Malthus defendia que a população humana tendia a crescer exponencialmente para além das possibilidades do meio, enquanto os recursos alimentares cresciam em progressão aritmética. Darwin intuiu que devido à escassez de recursos iria existir uma luta pela sobrevivência, e como resultado dessa competição, a partir de uma certa altura a mortalidade compensaria a natalidade e o crescimento da população estabilizava. No ano eguinte, foi publicada a obra-prima de Darwin, On the Origin of species by means of natural selection, or the preservation of favoured races in the struggle for life.
Partindo das ideias evolucionistas de seu avô e de Lamarck, Darwin estava em condições de propor definitivamente a teoria evolucionista em que acreditava. Nesta altura começou a escrever sobre a Teoria da Evolução, que foi mantida em segredo. Em 1858 foi interrompido pelo aparecimento de um Artigo de Alfred Russel Wallace, que continha uma antecipação da sua teoria.
Nesta obra Darwin explicava em primeiro lugar, que todas as espécies de plantas e animais existentes descendiam de formas mais primitivas, que viveram em tempos passados, propondo portanto, uma evolução biológica; em segundo, Darwin explicou que esta evolução se devia à selecção natural, na qual o ambiente desempenhava o papel principal. Em suma, a selecção natural era responsável pela evolução, ou seja, quem melhor se adaptava ao meio ambiente, sobrevivia e podia garantir a continuidade da sua espécie.
Quando foi publicada, não foi aceite pela comunidade científica, por ser uma teoria extremamente polémica que se opunha à concepção teoologico-cristã. Desta controversa surgiram adeptos e opositores da teoria, num processo que foi assumindo diferentes contornos que ultrapassaram a própria interpretação científica.
Darwin escreveu também outras obras, para explicar a evolução e a tão contestada evolução do homem, como por exemplo, a obra Descent of Man. Uma das observações em que se baseou para escrever esta obra em 1871 foi a uma orangotango chamada Jenny e outros primatas que o lembrava do comportamento dos filhos quando crianças. Ele continuou a sua investigação sobre a descendência do homem estudando as expressões faciais de doentes mentais, consultando artistas e fotógrafos e explorando características psicológicas como a raiva ou a felicidade e outras. Darwin acreditava que havia continuidade na evolução das expressões dos animais e dos humanos.
Publicou um ano depois, a obra, The Expression of the Emotions in Man and Animals (1872), onde explicou ainda as origens de um ponto de vista religioso, dizendo que as pessoas têm necessidade de encontrar uma explicação para a sua existência através das estrelas, o universo, ou de um ente superior, como Deus, e portanto a religião. A sua última teoria sobre evolução é que os animais contêm traços de todas as expressões e emoções humanas. Darwin mostrava que entre os homens e os outros animais existiram reduzidíssimas diferenças, as quais seriam consequência da alteração gradual contínua e cumulativa operante ao longo do tempo.
Na sua última obra, publicada um ano antes do seu falecimento, The formation of vegetable mould through the action of worms (1881), Darwin voltaria a reflectir sobre a importância do processo gradual e cumulativo da influência ambiental sobre a evolução das espécies e a cristalizar a sua crença profunda na teoria da evolução por selecção natural.

 

Excerto do texto de Isabel Amaral, da UNL, em ANNUALIA 2008-2009.

 

 

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Enciclopédia Interdisciplinar de CIÊNCIA e FÉ

Ver um pouco mais para além da capa:


 



O mesmo filme também no YouTube.

 

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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Annualia 2008-2009/ Factos e Realidades

Materiais para o futuro

 

por

César A. C. Sequeira

Universidade Técnica de Lisboa

 

«A capacidade de manipular a estrutura dos materiais às escalas molecular. atómica e electrónica permite desenvolver e utilizar materiais até então exclusivamente fabricados pela natureza, conferindo uma importância crucial aos materiais funcionais e esbatendo fortemente a fronteira entre matéria viva e inerte.»

 

 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Prémio de Comunicação (European Science Awards) para Nuno Crato

O matemático e divulgador científico Nuno Crato foi distinguido com um dos European Science Awards na área da comunicação da ciência, atribuídos pela Comissão Europeia, em Bruxelas, obtendo o segundo lugar na categoria de Melhor Comunicador do Ano.
Nuno Crato é professor de matemática e estatística no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa. O seu gosto pela comunicação da ciência tem-se traduzido em diversos livros e programas na televisão e na rádio.
O júri do prémio destacou a colaboração de Nuno Crato no semanário Expresso (onde desde 1996 escreve artigos de divulgação científica), na Rádio Europa (onde tem o programa diário «3 minutos de ciência») e em programas de televisão (de que o «4xCiência», na RTPN, onde é um dos cientistas residentes, é um exemplo). Como presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, também tem promovido a matemática entre os jovens.
Da lista de livros de divulgação científica de que é autor, editados pela Gradiva, fazem parte Passeio Aleatório – Pela Ciência do Dia-a-Dia (2007), A Espiral Dourada (2006), Trânsitos de Vénus (2004), Zodíaco: Constelações e Mitos (2001), Eclipses (1999). [Fonte: Público]

 

 

Nuno Crato tem-se também distinguido pela sua intervenção em questões educativas, sobretudo pelas posições contrárias às doutrinas pedagógicas que fizeram e fazem moda nas escolas portuguesas, integradas no complexo sistema do «eduquês», expressão que tem consagrado. Nesta área publicou, também na Gradiva, O Eduquês em Discurso Directo: Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista (2006) e coordenou Desastre no Ensino da Matemática: Como Recuperar o Tempo Perdido (2006).
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Dança de estrelas

Arp 87

 

Foto: NASA

 

Nesta imagem do Telescópio Espacial Hubble, duas galáxias executam uma complexa dança. As galáxias, compostas por uma vasto número de estrelas, rodam ao sabor de uma elegante coreografia determinada pela gravidade. O par que ambas constituem, conhecido pelo nome de Arp 87 por ter sido catalogado pelo astrónomo Halton Arp na década de 1960, integra o número das centenas de galáxias que interagem e se misturam conhecidas no nosso universo ou na sua proximidade. (Fonte: NASA)

 

publicado por annualia às 15:58
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