Terça-feira, 31 de Março de 2009

Monte Hale (1919-2009)

Actor americano (San Angelo, Texas, 8.6.1919 – Los Angeles, Califórnia, 29.3.2009) que se destacou pelos seus desempenhos em westerns dos anos 40, incluindo Home on the Range (1946), de R. G. Springsteen, The Man from Rainbow Valley (1946), de R. G. Springsteen, Last Frontier Uprising (1947, de Lesley Selander), Along the Oregon Trail (1947) e Under Colorado Skies (1947), de R. G. Springsteen, The Timber Trail (1948), Prince of the Plains (1949) e Law of the Golden West (1949), no qual interpretou a figura de Buffalo Bill, Outcasts of the Trail (1949), todos de Philip Ford, ou The Missourians (1950, de George Blair). Apareceu também ao lado de James Dean em Giant (1956, de George Stevens). A televisão popularizou ainda mais sua imagem e o actor tornou-se um herói de banda desenhada como cowboy cantor, ao estilo de Gene Autry.

 


 


 


 

publicado por annualia às 15:09
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Maurice Jarre (1924-2009)

Maurice Jarre (b.1924)

Compositor francês (Lyon, 13.9.1924 – Los Angeles, 29.3.2009) que foi aluno de composição de Arthur Honegger. Foi director do Théâtre National Populaire. Galardoado com o Prémio Itália em 1955 e 1962. Destacou-se, porém, sobretudo como compositor de música de filmes: Lawrence da Arábia (1963), Doutor Jivago (1965), A Filha de Ryan (1970) e Passagem para a Índia (1984), todos de David Lean, apenas exemplos de um currículo impressionante de mais de centena e meia de filmes- Compôs também música sinfónica, música de palco — a ópera Armida (1954), o «ballet» Fâcheuse rencontre (1958), a comédia musical Loin de Rueil (1961), o ballet Notre Dame de Paris (1966) — e outra música para o teatro e espectáculos radiofónicos e séries de televisão. Objecto de numerosas nomeações, foi distinguido com o Óscar da Melhor Banda Sonora Original pelos primeiro, segundo e quarto filmes referidos. Em 2009, recebeu um Leão de Ouro Honorário no Festival Internacional de Cinema de Berlim.

 

 

publicado por annualia às 11:49
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Antecipação: um novo livro, mas não apenas mais um livro

  


meninos de ninguém
ANA CRISTINA PEREIRA
O caso Gisberta e outras histórias
POSFÁCIO DE LUÍS FERNANDES

 

 

 





© Ana Cristina Pereira e Editora Ulisseia, 2009
Fotografia da capa © Nelson Garrido/Público
Todos os direitos reservados para a língua portuguesa por Editora Ulisseia, Lda. Av. António Augusto de Aguiar, 148 - 1.º   1050-021 Lisboa - Tel. 213 801 100

 

 


 

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Novo programa de Sérgio Azevedo na Antena 2

Caleidoscópio RDP Antena 2
Autor e locutor: Sérgio Azevedo

Sábados às 9:00 horas,
a partir de 4 de Abril










VARIAÇÕES ENIGMA

Descubra alguns compositores mal amados, inclassificáveis, ambíguos, incompreendidos, malditos, marginais, desconhecidos, azarados ou proscritos.

Variação 1. "Um lobo disfarçado de cordeiro"
Variação 2. "Velhos são os trapos"
Variação 3. "Música, música, negócios à parte"
Variação 4. "Quem o feio ama bonito lhe parece"
Variação 5. "Morrem cedo aqueles que os Deuses amam"
Variação 6. "Uma carreira em forma de yo-yo"
Variação 7. "Um bota-de-elástico revolucionário"
Variação 8. "A 1ª agulha a apontar o Norte"
Variação 9. "A força do amor"
Variação 10. "The (not so) bad boy of music"
Variação 11. "O Prokofiev dos Pobres"
Variação 12. "Uma história de faca e alguidar"
Variação 13. "88 teclas e tão poucos dedos…"

 


Mais sobre Sérgio Azevedo aqui.

 

 
 

publicado por annualia às 11:23
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Ana Cristina Pereira

Ana Cristina Pereira estudou Comunicação Social na Universidade do Minho. É jornalista do Público desde 1999. Dedica-se, sobretudo,às temáticas de exclusão social, como a pobreza, os tráficos, as dependências, as piores formas de trabalho infantil, a delinquência juvenil, a violência intrafamiliar, a reclusão, as migrações, as minorias. Meninos de Ninguém é o seu primeiro livro. Reúne histórias antes publicadas no Público – agora «libertas» das «amarras» próprias da imprensa diária. A escancarar a dura realidade de crianças que crescem em territórios críticos deste Portugal do princípio do século XXI.

publicado por annualia às 09:01
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Domingo, 29 de Março de 2009

NÃO DEIXE DE LER ESTE TEXTO

Vamos falar de um novo livro, mas não apenas de mais um livro:

 

«Numa escrita que renuncia a quaisquer adornos ou efeitos, se cola aos factos e exprime segundo princípios de rigor, concisão, clareza, sem nunca perder o registo das tensões e a variabilidade formal, Ana Cristina Pereira conduz o leitor pelos espaços e tempos da nossa derrota colectiva, da exclusão à violência, da miséria às solidões de cada idade do sofrimento e da desesperança. E é a eloquência do que, em regra, não vemos: cenários, personagens, situações no desabrigo das cidades ou nos meandros do crime. Aí estão, opostos a qualquer ingenuidade ou miserabilismo, toxicodependência e álcool, transexualidade, doença seropositiva, prostituição, assaltos, narcotráfico, a infância esbulhada onde sonhos e jogos afloram como último resíduo do humano. Nunca enquanto resultado de uma efabulação, nunca ao sabor do lixo sensacionalista ou das incursões de mera superfície.
Obra de jornalismo na sua realização mais exigente. Um livro, quero dizê-lo, raro e siderante. Não se lê à margem da emoção, do sobressalto. De relato em relato, história em história.»

José Manuel Mendes

 

Mais informações muito em breve.


 

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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Dia Mundial do Teatro - Teatro Infantil

 

 O teatro no catálogo da Verbo

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Dia Mundial do Teatro - História do Teatro Português


O teatro no catálogo da Verbo

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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Editar os clássicos


 

Autores e obras clássicos são aqueles que não passam com o tempo. São autores e obras que nunca deixam de prosseguir o seu caminho. Autores e obras – antigos ou modernos – exemplares:
de uma época, de uma escola, de um gosto, de uma tendência,
de um estilo, de um movimento, de um género,
de uma fidelidade ou de uma ruptura,
de um pensamento, de um engenho,
de um certo génio ou temperamento,
enfim, de um Autor.

Editar os clássicos é uma tarefa sempre urgente.

Bem editar os clássicos, com boas introduções, carinho e gosto gráficos, num formato confortável e a um preço acessível, constitui uma atitude cultural e uma inciativa editorial de inestimável valor.


Mais notícias em breve.

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Prémio D. Dinis 2009/ Vítor Manuel Aguiar e Silva


Vítor Manuel Aguiar e Silva foi distinguido com o Prémio D. Dinis, da Fundação Casa de Mateus, atribuído por um júri constituído por Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral, pelo livro A Lira Dourada e a Tuba Canora (2008, publicado por Livros Cotovia).
Professor e investigador (n. Real, Penalva do Castelo, 1939) formado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se doutorou em 1972. Deputado à Assembleia Nacional, depois de 1974 foi afastado daquela Universidade. Continuaria a sua carreira docente e de investigador na Universidade do Minho, vindo a ser reitor desta instituição. Autor de uma Teoria da Literatura (1967), sucessivamente revista e aumentada, que constitui uma obra de referência nos estudos literários. Tem dedicado particular atenção à Literatura Portuguesa, com especial incidência em autores do Classicismo, do Barroco e do Romantismo, com particular incidência nos estudos camonianos. Foi coordenador do Conselho Nacional da Língua Portuguesa.
Entre outras, é autor das seguintes obras: Para uma interpretação do Classicismo (1962), O Teatro da Actualidade no Romantismo Português, 1849-1975 (1965), Notas Sobre o Cânone da Lírica Camoniana (1968), Maneirismo e Barroco na Poesia Lírica Portuguesa (1971), Significado e Estrutura de «Os Lusíadas» (1972), Competência Linguística e Competência Literária. Sobre a Possibilidade de uma Poética Gerativa (1977), Camões: Labirintos e Fascínios (1994, Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Críticos Literários e da Associação Portuguesa de Escritores).

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Bernard Lenteric (1944-2009)

 

 

Escritor e produtor cinematográfico francês (1944 – Paris, 24.3.2009), autor de vários best-sellers, nomeadamente La nuit des enfants du roi (1992), que está a ser transposta para cinema, e Maîtres du pain (1993), adaptada para televisão. A sua escrita é rápida e visual. Alguns dos seus romances assumem o registo do fantástico, nomeadamente L’empereur des rats (1997), seguido de Le Prince héritier (1998), no qual põe em acção ratos transgénicos. A obra de Lentéric centra-se, em boa parte, na luta eterna entre o bem e o mal. A sua última obra, Toutes les femmes me quittent (2005), tem, no entanto, carácter autobiográfico.
Alguns outros títulos: La gagne (1980), La guerre des cerveaux (1986), a trilogia Les Enfants de Salonique (1989-2001), La fortune des Laufer (1996), L’ange Gabriel (1999), Voyante (2001), Le secret (2001), Vol avec effraction douce (2002), Hiram le bâtisseur de Dieu (2003; traduzido para português com o título Nos Segredos do Templo de Salomão, publicado pela Bertrand), La Guerre des cathédrales (2003) e Les chemins de la gloire (2004).
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50 anos da morte de Raymond Chandler

 

Escritor americano (Chicago, 23.7.1888 – 26.3.1959) que se iniciou na escrita durante a época da Depressão americana, do início da década de 1930, distinguindo-se como argumentista e guionista cinematográfico: Double Indemnity (1944, de Billy Wilder), The Big Sleep (1946, de Howard Hawks), The Blue Dhalia (1946, de George Marshall), Strangers on a Train (1951, de Alfred Hitchcock, com Patricia Highsmith). Como romancista, o seu terreno é o do policial «negro», tendo criado uma das maiores personagens do género: o detective Philip Marlowe, anti-herói que consegue conservar a dignidade num mundo de criminosos e corruptos. Na sua obra destacam-se obras-primas do género como The Big Sleep (1939), Farewell, My Lovely (1940), The Lady in the Lake (1943), The Long Goodbye (1953), todos eles passados ao cinema.

Farewell, My Lovely: The Falcon Takes Over (1942, Irving Reis)
The High Window: Time to Kill (1942, Herbert I. Leeds)
guião: And Now Tomorrow (1944, Irving Pichel)
Farewell, My Lovely: Murder, My Sweet (1944, Edward Dmytryk)
guião: The Unseen (1945, Lewis Allen)
Lady in the Lake: Lady in the Lake (1947, Robert Montgomery)
The High Window: The Brasher Doubloon (1947, John Brahm)
The Little Sister: Marlowe (1969, Paul Bogart)
The Long Goodbye: The Long Goodbye (1973, Robert Altman)
Farewell, My Lovely: Farewell, My Lovely (1975, Dick Richards)
The Big Sleep: The Big Sleep (1978, Michael Winner)

Ver Bibliografia
aqui.

 

 

 

publicado por annualia às 00:45
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