Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Cratera em Mercúrio

Foto: NASA

publicado por annualia às 15:07
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Annualia 2007-2008 também está à venda na livraria do El Corte Inglés (procure-a na zona dos dicionários e enciclopédias).

publicado por annualia às 11:20
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Datas perdidas

No dia 30 de Janeiro de 1969, Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Star subiram ao telhado da sua produtora discográfica, a Apple Corps, em Londres, e actuaram juntos ao vivo pela última vez.

A actuação, que durou até ser interrompida pela polícia, ficou conhecida como The Rooftop Concert.

 

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publicado por annualia às 00:09
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Gandhi foi assassinado há 60 anos

 

gandhi 3.jpg

 

Citações de Mahatma Gandhi:

 

«Vive como se fosses morrer amanhã. Aprende como se fosses viver para sempre».

 

«É preferível ser violento, se houver violência nos nossos corações, do que vestir o manto da não violência para encobrir a impotência».

 

«O homem não é senão o produto do seu pensamento; o que ele pensa, ele devém».

 

«O cobarde é incapaz de mostrar amor; isso é uma prerrogativa dos bravos».

 

«Na oração, é preferível um coração sem palavras que palavras sem coração».

 

«A grandeza de uma nação e o seu progresso moral pode ser julgado pela forma como são tratados os seus animais».

 

«Um 'não' expresso por profunda convicção é preferível a um 'sim' dito apenas para agradar, ou, pior, para evitar sarilhos».

 

«Olho por olho é uma atitude que acabará por tornar cego o mundo inteiro».

 

«Não nos podem tirar o respeito por nós próprios, se nós não o entregarmos».

 

publicado por annualia às 00:05
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

Prémios da Screen Actors Guild

Melhor interpretação de um actor num papel principal
DANIEL DAY-LEWIS
/ Daniel Plainview – There Will Be Blood (Paramount Vantage)

Melhor interpretação de uma actriz num papel principal
JULIE CHRISTIE / Fiona – Away From Her (Lionsgate)

Melhor interpretação de um actor num papel secundário
JAVIER BARDEM / Anton Chigurh – No Country For Old Men (Miramax Films)

Melhor interpretação de uma actriz num papel secundário
RUBY DEE / Mama Lucas – American Gangster (Universal Pictures)

Melhor interpretação de um elenco num filme

NO COUNTRY FOR OLD MEN (Miramax Films)

JAVIER BARDEM / Anton Chigurh
JOSH BROLIN / Llewelyn Moss
GARRET DILLAHUNT / Wendell
TESS HARPER / Loretta Bell
WOODY HARRELSON / Carson Wells
TOMMY LEE JONES / Ed Tom Bell
KELLY MACDONALD / Carla Jean Moss


Televisão


Melhor interpretação de um actor num filme ou série para televisão
KEVIN KLINE / Jacques – As You Like It (HBO)

Melhor interpretação de uma actriz num filme ou série para televisão

QUEEN LATIFAH / Ana – Life Support (HBO)

Melhor interpretação de um actor numa série dramática

JAMES GANDOLFINI / Tony Soprano – The Sopranos (HBO)

Melhor interpretação de uma actriz numa série dramática
EDIE FALCO / Carmela Soprano – The Sopranos (HBO)

Melhor interpretação de um actor numa série de comédia

ALEC BALDWIN / Jack Donaghy – 30 Rock (NBC)

Melhor interpretação de uma actriz numa série de comédia
TINA FEY / Liz Lemon – 30 Rock (NBC)

Ver mais prémios aqui

 

O Prémio de carreira foi entregue ao actor Charles Durning

 

 

publicado por annualia às 23:36
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Vida de Machado de Assis - II

por Josué Montello*
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Em 1854, casa-se pela segunda vez o pai de Machado de Assis. Já este andava pelos 15 anos: era tempo de o pássaro franzino ir tratando de emplumar seu voo. A madrasta, Maria Inês da Silva, chegava naturalmente tarde para impor-se ao enteado. Daí, com certeza, não se terem entendido.
Há-de ter sido por esse tempo que Joaquim Maria fez a sua experiência no comércio, como caixeiro de uma loja de papel, e ali só permaneceu três dias. Sinal de que, no adolescente, já a natureza afirmativa do homem vinham dando de si. Outros eram os seus pendores; para horizontes mais amplos já ele então se voltava, com essa força teimosa que traz em si a vocação verdadeira. E não tardaria a encontrar, andando o tempo, seu ambiente adequado, na loja de Francisco de Paula Brito, impressor da Casa Imperial, editor de um jornal de modas e variedades, a quem se ligaria por vários laços de afinidade: de cor, de humildade, de espírito associativo, de vocação literária.
Paula Brito, poeta, livreiro e editor, soubera fazer de sua loja do Largo do Rocio ponto de encontro de figuras ilustres, umas ainda moças, outras já consagradas, entre políticos, jornalistas e escritores de nomeada. Em 1849, começara a publicar a «Marmota na Corte», que em Maio de 1852 mudaria de nome, passando a chamar-se «Marmota Fluminense», a qual, por sua vez, se denominaria apenas «A Marmota», a partir de 1857.
Na «Marmota Fluminense», a que foi admitido como revisor, Machado de Assis se elevaria a colaborador, e aí estrearia como poeta, a 12 de Janeiro de 11855. Também como editor, publicaria Paula Brito dois trabalhos de Machado de Assis: uma fantasia dramática, «Desencantos», vinda a lume em 1861, e uma tradução, «Queda que as Mulheres têm para os Tolos», do mesmo ano.
Menino e moço, iniciou-se Machado de Assis como tipógrafo na Imprensa Nacional. E foi ali, precisamente por ser mau operário, mais interessado nas suas leituras que na composição dos textos alheios, que fez amizade com o director da repartição, o romancista Manuel António de Almeida.
Machado de Assis ia assim, aos poucos, com o seu talento e a sua finura de maneiras, alargando círculo de bons amigos que lhe permitiriam gradativamente a ascensão social a que tinha direito. Em breve, o aprendiz de tipógrafo se viu transformado em revisor de provas do «Correio Mercantil», então dirigido por Francisco Otaviano e Pedro Luís.
Outra roda de amigos integrou também Machado de Assis por esse tempo: a que se reunia no escritório do Dr. Caetano Filgueiras, e o qual faziam parte, além do dono da casa e do futuro autor das «Crisálidas», os poetas Casimiro de Abreu, Macedo Júnior e Gonçalves Braga. (continua)
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* Publicado em Gigantes da Literatura Universal, vol. 26, Verbo, Lisboa/São Paulo, 1972.
publicado por annualia às 00:24
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Arcebispo Christodoulos (1939-2008)

 

Arcebispo de Atenas e primaz da Grécia, chefe da Igreja Ortodoxa grega Christodoulos Paraskevaïdis (Xhanti, 1939 – Atenas, 28.1.2008). Entre 1967 e 1974 foi secretário do Santo Sínodo, tento acedido à chefia da igreja ortodoxa grega em 1998. Tentou evitar a todo o custo, sem êxito, que a menção obrigatória da religião nos bilhetes de identidade dos cidadãos gregos fosse suprimida. Em 2001, acolheu João Paulo II em Atenas, dando mostras de abertura relativamente às relações com a Igreja Católica. Em 2006, foi recebido por Bento XVI, no Vaticano.

 

publicado por annualia às 22:27
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Vasco Santana nasceu há 110 anos

Em 28 de Janeiro de 1898, há 110 anos, nasceu um dos grandes actores do teatro e cinema português.

Recordemo-lo em dois grandes momentos:

no papel de Vasco da Canção de Lisboa (1933, de Cottinelli Telmo), o primeiro filme português feito integralmente por portugueses:

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na pele de Narciso, numa célebre cena do filme Pátio das Cantigas (1942), dirigido por Francisco Ribeiro, argumento e diálogos de Francisco Ribeiro, de seu irmão António Lopes Ribeiro e do próprio Vasco Santana.

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publicado por annualia às 02:10
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Suharto (1921-2008)

Haji Mohamed Suharto (Kemusu, Java, 8.6.1921 - Jacarta, 27.1.2008). A II Guerra Mundial abriu-lhe a carreira militar. Recrutado pelos Japoneses, filiou-se em seguida no Partido Nacional de Libertação e conduziu vitoriosamente a guerrilha contra os Holandeses. Chegado ao posto de general, dirigiu os comandos que o presidente Sukarno lançou sobre a Nova Guiné e, depois, sobre Bornéu na altura da formação da Grande Malásia (1961-1964). A ideologia maoísta foi-se propagando no exército em detrimento das forças naciona­listas, e Suharto afogou no sangue o

putsch comunista de 30 de Setembro de 1965. Foi imposto pelas suas tropas fiéis primeiramente como auxiliar de Sukar­no e, depois, como chefe incontestado do Governo indonésio. Tornou a Indonésia numa grande potência regional e não hesitou em anexar Timor Leste em 1975. Em 1998, perante a pressão externa por causa de Timor e a extrema degra­dação da situação interna, foi obrigado a demitir-se.
publicado por annualia às 01:18
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Domingo, 27 de Janeiro de 2008

Regicídio/ Rui Ramos

A edição de hoje do Público reproduz a entrevista com o historiador Rui Ramos. a propósito do Regicídio, conduzida por José Manuel Fernandes (Público) e Paulo Magalhães (Rádio Renascença) e transmitida no sábado à noite no Canal 2, na série «Diga lá Excelência»,

«Não é correcto dizer que o país estivesse cansado do rei. Este era muito discutido pelos políticos porque estávamos num regime político em que as eleições não eram vistas como um instrumento de provocar a mudança dos governos. A alternância dependia muito do rei, que, ao escolher um Governo, dava uma oportunidade a um outro partido de subir ao poder. Na época já havia eleições, já existia um sistema representativo, mas o eleitorado não era visto pela classe política como sendo capaz de tomar uma decisão consciente. » (Rui Ramos)

Regic�dio, assassinato do Rei Dom Carlos e de seu filho Dom Lu�s, Garcia Nunes, s.d., Arquivo Municipal de Lisboa, AFML - A59767

Recordamos que Rui Ramos assina um texto sobre o «Regicídio e o fim da monarquia» na Annualia 2007-2008.

publicado por annualia às 01:48
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Prémio D. Dinis 2008

Manuel Alegre foi distinguido com o Prémio D. Dinis, da Fundação Casa de Mateus, pelo livro Doze Naus, editado pela Dom Quixote. O júri foi constituído por Nuno Júdice, Vasco Graça Moura e Fernando Pinto Amaral.

 

Poeta e político português (n. Águeda, 1936). Como político, distinguiu-se na oposição ao regime salazarista e marcelista, tendo conhecido o exílio. Após 1974 foi governante e deputado socialista, actividade que tem mantido. Foi candidato presidencial em 2005. A sua poesia combina a intenção política com uma dimensão lírica influenciada pela poesia trovadoresca e quinhentista, mantendo uma interrogação constante sobre as relações entre a História e o destino português.

A sua biografia pode ser lida aqui.

 
Algumas obras: Praça da Canção (1965), O Canto e as Armas (1967), Um Barco para Ítaca (1971), Coisa Amar /Coisas do Mar (1976), Nova do Achamento (1979), Atlântico (1981), Babilónia (1983), Chegar Aqui (1984), Jornada de África (ficção, 1989), O Homem do País Azul (ficção, 1989), A Rosa e o Compasso (1991), Com Que Pena – Vinte Poemas para Camões (1992), Sonetos do Obscuro Quê (1993), Alma (ficção, 1995),  As Naus de Verde Pinho (1996), Alentejo e Ninguém (1996), Pico (1998), Senhora das Tempestades (1998), Uma Carga de Cavalaria (ficção, 1999), Livro do Português Errante (2001), Cão Como Nós (2002), Rafael (2003), Doze Naus (2007).
A bibliografia completa e detalhada pode ser consultada aqui.

 

publicado por annualia às 11:05
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Datas perdidas

Em 25 de Janeiro de 1965 morreu Winston Churchill. Descendente dos Marlborough e filho de Randolph Churchill, foi cadete de cavalaria aos 19 anos, serviu na Índia e no Sudão como segundo-tenente. Repórter na África do Sul durante a Guerra dos Boers, foi feito prisioneiro, mas conseguiu evadir-se. Deputado conservador, entrou na Câmara dos Comuns em 1900. Ministro da Marinha em 1911, foi sucessivamente ministro do Armamento da Guerra, das Colónias e das Finanças, abandonando o Governo em 1929. Nos anos seguintes, a sua voz eleva-se frequentemente para denunciar a ameaça crescente do poderio hitleriano. Novamente ministro da Marinha durante a II Guerra Mundial, foi nomeado primeiro-ministro em 1940. Não tomou apenas a direcção do seu governo, mas também a pesada responsabilidade de impedir a queda do seu país e da Europa. Enviou reforços para Malta, Gibraltar, Egipto, Grécia, enquanto lutava vitoriosamente contra a ofensiva aérea alemã. «A vitória a todo o custo» foi o seu lema. Apoiou de Gaulle, aproximou-se dos EUA e, depois da invasão da Rússia, estabeleceu com Roosevelt o plano de desembarque de 1944. Seguiram-se as conferências de Ialta e Potsdam. Vencido nas eleições, dois meses depois de terminada a guerra, abandonou o Governo, escrevendo as suas Memórias, distinguidas com o Prémio Nobel de Literatura (1953).
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publicado por annualia às 23:12
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