Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Mario Benedetti (1920-2009)

 Mario Benedetti

Escritor uruguaio (Paso de los Toros, Tacuarembó, 14.9.1920 – Montevidéu, 17.5.2009). Depois de um primeiro livro de poesia (La víspera indeleble, 1945), em 1948 dirigiu a revista literária Marginalia. A sua obra, reconhecida internacionalmente sobretudo a partir do romance La tregua (1960), depois passado ao cinema por Sergio Renán, reparte-se pela poesia, o conto, o teatro, o romance e o ensaio. Director do Departamento de Literatura Hispano-americana da Faculdade de Humanidades e Ciências da Universidade da República, as vicissitudes da política no seu país forçam-no ao exílio, a partir de 1973, na Argentina, Perú, Cuba e Espanha, regressando ao Uruguai em 1983, onde integrou a redacção de uma nova revista literária, Brecha, iniciando o que ele próprio designou como «desexílio».
Em 1987, recebeu, em Bruxelas, o prémio da Amnistia Internacional pelo romance Primavera con una esquina rota (1982), e, em 1989, foi distinguido com a Medalla Haydeé Santamaría, concedida pelo Estado cubano, onde criara e dirigira (1968-1971) o Centro de Pesquisas Literárias da Casa de las Américas. Em 1999, foi-lhe concedido o Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana e, em 2000, o Prémio Iberoamericano José Martí. A Universidade Internacional Menéndez Pelayo distinguiu-o, em 2005, com o Prémio Internacional Menéndez Pelayo.

Algumas obras: Peripecia y novela (ensaio, 1948), Esta mañana (contos, 1949), Sólo mientras tanto (poesia, 1950), Quien de nosotros (romance, 1953), Poemas de la Oficina (1956), El reportaje (teatro, 1958), Cuentos montevideanos (1959), El país de la cola de paja (ensaio, 1960), Inventario Uno (poesia, 1963), Noción de patria (poesia, 1963), Ida y vuelta (teatro, 1963), Gracias por el fuego (romance, 1965), Contra los puentes levadizos (poesia, 1966), Los poemas comunicantes (1971), El cumpleaños de Juan Ángel (romance, 1971), Letras de emergencia (1973), El escritor latinoamericano y la revolución posible (ensaio, 1974), Con y sín nostalgía (contos, 1977), La casa y el ladrillo (poesia, 1977), Pedro y el Capitán (teatro, 1979), Viento del exilio (poesia, 1981), Andamios (romance, 1997), El olvido está lleno de memoria (poesia, 1995), Existir todavía (poesia, 2003), Defensa propia (poesia, 2004), Adioses y bienvenidas (poesia, 2005), Canciones del que no canta (poesia, 2006).

publicado por annualia às 10:38
link do post | comentar
ANNUALIA
annualia@sapo.pt

TWITTER de Annualia

Artigos Recentes

Prémio de Poesia Luís Mig...

Prémio Pessoa 2009/ D. Ma...

Prémio Goncourt de Poesia...

Prémio Cervantes 2009/ Jo...

O Homem da Capa Verde

Anselmo Duarte (1920-2009...

Francisco Ayala (1906-200...

Claude Lévi-Strauss (1908...

Prémio Goncourt/ Marie Nd...

Alda Merini (1931-2009)

Arquivo

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

tags

todas as tags

pesquisar

 

Subscrever feeds

blogs SAPO